domingo, 31 de julho de 2011
Brasil contraria especulações e é absolvido no STJD
Clube Xavante não é punido pela escalação do lateral Cláudio, na estreia em Santo André, e segue com quatro pontos na tabela de classificação da Série C
Diferente do que chegou a ser divulgado por alguns veículos de comunicação, o Brasil não perdeu e nem vai perder os três pontos conquistados com a vitória sobre o Santo André, na estreia do Campeonato Brasileiro da Série C. Em julgamento realizado na tarde desta sexta-feira, no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro, o clube rubro-negro foi absolvido por ter escalado o lateral-direito Cláudio na partida do ABC Paulista.
Sendo assim, o Xavante segue com os quatro pontos na tabela de classificação da Chave D, empatado na liderança do grupo com a Chapecoense. Pela competição nacional, o time vermelho e preto volta a campo no domingo da semana que vem, dia 07/08, quando recebe o Caxias, no estádio Bento Freitas.
ENTENDA O CASO
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou normalmente.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Xavante respondeu ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Fonte: justicadesportiva.com.br
![]() |
| Cláudio alegou que não foi informado sobre o efeito da punição. Foto: Carlos Insaurriaga |
Sendo assim, o Xavante segue com os quatro pontos na tabela de classificação da Chave D, empatado na liderança do grupo com a Chapecoense. Pela competição nacional, o time vermelho e preto volta a campo no domingo da semana que vem, dia 07/08, quando recebe o Caxias, no estádio Bento Freitas.
ENTENDA O CASO
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou normalmente.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Xavante respondeu ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Fonte: justicadesportiva.com.br
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Guilherme Placca, 'uma grata surpresa'
Volante do Sub-17 rubro-negro estreia no profissional jogando diante do São Paulo/RG e encanta os companheiros de time: 'é uma joia rara', diz Galego
- Você está dentro de campo, em um jogo difícil, e, de repente, entra um garoto, com personalidade, ganhando a primeira dividida, dominando a bola com facilidade no meio de um gramado ruim, praticando um futebol de qualidade, com marcação forte, se postando dentro de campo... Realmente é gostoso de ver.
Este depoimento super empolgado foi do lateral-esquerdo Galego, falando sobre o jovem Guilherme Placca, após o amistoso do Brasil contra o São Paulo, disputado nesta quarta-feira, no estádio Aldo Dapuzzo. O experiente jogador do time rubro-negro, de 36 anos, ficou encantado com o futebol praticado pela guri que tem apenas 17, menos da metade da idade dele.
O promissor volante vindo de São Paulo, que teve uma rápida passagem pelas categorias de base do clube Xavante e está treinando há menos de dois meses com o grupo profissional, recém fez a estreia dele no ‘time de cima’ nessa partida contra o rubro-verde de Rio Grande. E mesmo entrando apenas no segundo tempo, ele já começou com o pé direito, arrancando muitos elogios da comissão técnica e dos companheiros de equipe.
- O Guilherme foi uma grata surpresa nesse amistoso. Mas surpresa até ali, porque nos treinos ele também é um garoto que vem se dedicando bastante, é humilde, ouve todos os nossos conselhos, sempre fazendo o trabalho de forma correta, e jogador assim não tem como dar errado. O Guilherme é uma joia rara, que merece atenção e um cuidado especial, porque ele tem muito futuro – reforçou o camisa seis.
Um futuro que parece já estar traçado na cabeça do jovem atleta. Depois de se destacar no primeiro amistoso profissional da carreira, Guilherme Placca quer seguir aprimorando, evoluindo, e subindo todos os degraus que o mundo da bola pode oferecer.
- Eu sou novo aqui (no Brasil). Vim de São Paulo, através de uma indicação, comecei a treinar nas categorias de base, fui bem nos jogos e em duas semanas acabei subindo para o profissional. No começo fiquei um pouco nervoso, mas depois fui me soltando, fui apreendendo, e agora espero chegar cada vez mais longe – disse o garoto, que nunca se iludiu com o glamour dos badalados atacantes, porque já sabe o que quer desde muito cedo.
- Eu sempre joguei na posição de volante, tanto de primeiro, quanto de segundo. Mas a função em que eu me encaixo melhor é a primeira do meio-campo mesmo, para sair jogando, com tranquilidade, e poder distribuir a bola para os companheiros - explicou.
- Você está dentro de campo, em um jogo difícil, e, de repente, entra um garoto, com personalidade, ganhando a primeira dividida, dominando a bola com facilidade no meio de um gramado ruim, praticando um futebol de qualidade, com marcação forte, se postando dentro de campo... Realmente é gostoso de ver.
Este depoimento super empolgado foi do lateral-esquerdo Galego, falando sobre o jovem Guilherme Placca, após o amistoso do Brasil contra o São Paulo, disputado nesta quarta-feira, no estádio Aldo Dapuzzo. O experiente jogador do time rubro-negro, de 36 anos, ficou encantado com o futebol praticado pela guri que tem apenas 17, menos da metade da idade dele.
![]() |
| Jovem atleta ficou apenas duas semanas nas categorias de base da Baixada e já subiu para o elenco profissional. Foto: Carlos Insaurriaga |
- O Guilherme foi uma grata surpresa nesse amistoso. Mas surpresa até ali, porque nos treinos ele também é um garoto que vem se dedicando bastante, é humilde, ouve todos os nossos conselhos, sempre fazendo o trabalho de forma correta, e jogador assim não tem como dar errado. O Guilherme é uma joia rara, que merece atenção e um cuidado especial, porque ele tem muito futuro – reforçou o camisa seis.
Um futuro que parece já estar traçado na cabeça do jovem atleta. Depois de se destacar no primeiro amistoso profissional da carreira, Guilherme Placca quer seguir aprimorando, evoluindo, e subindo todos os degraus que o mundo da bola pode oferecer.
- Eu sou novo aqui (no Brasil). Vim de São Paulo, através de uma indicação, comecei a treinar nas categorias de base, fui bem nos jogos e em duas semanas acabei subindo para o profissional. No começo fiquei um pouco nervoso, mas depois fui me soltando, fui apreendendo, e agora espero chegar cada vez mais longe – disse o garoto, que nunca se iludiu com o glamour dos badalados atacantes, porque já sabe o que quer desde muito cedo.
- Eu sempre joguei na posição de volante, tanto de primeiro, quanto de segundo. Mas a função em que eu me encaixo melhor é a primeira do meio-campo mesmo, para sair jogando, com tranquilidade, e poder distribuir a bola para os companheiros - explicou.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
G.E.Brasil será julgado amanhã no STJD
Amanhã a tarde o Xavante será julgado no STJD no Rio de Janeiro sobre o caso da escalação irregular do lateral-direito Cláudio na partida contra o Santo André. Para defender o clube, a direção contratou o advogado Domingos Moro, um dos melhores do país para esse tipo de defesa.
Abaixo matéria do site da Justiça Desportiva sobre o julgamento do caso Cláudio.
===============================================================
No dia 17 de julho, o Brasil de Pelotas estreou na Série C do Brasileirão vencendo o Santo André fora de casa. Porém, essa partida pode render uma grande complicação ao clube. O lateral-direito Cláudio participou do jogo quando não podia, pois precisava cumprir uma suspensão ainda do ano anterior, quando atuava pelo Ituiutaba/MG. Além disso, o clube gaúcho terá que defender o atleta Leandro Ferreira, expulso nessa mesma partida.
Ambos os casos serão julgados pela Quarta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva nesta próxima sexta-feira, dia 29 de julho, em sessão a partir das 14h. O clube gaúcho pode perder os pontos do jogo, enquanto o jogador pode pegar gancho pesado, já que foi denunciado em três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
O caso
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil de Pelotas contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou na partida.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Brasil de Pelotas responderá ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Jogador expulso também vai a julgamento
No mesmo jogo, Leandro Ferreira (Léo Medeiros), também do Brasil de Pelotas, foi expulso de campo aos 11 minutos da segunda etapa, ao receber o segundo cartão amarelo. Segundo o árbitro relatou, o jogador recebeu o cartão por “ter chutado a bola para longe, após a marcação de um impedimento a favor da sua equipe”. Ainda segundo o árbitro, o atleta dirigiu-se a ele gritando: “ladrão, seu safado, seu filho da p…”, e ainda retardou a saída de campo em aproximadamente três minutos.
Leandro responderá a três artigos do CBJD: 250 (praticar ato desleal ou hostil durante a partida), podendo pegar de uma a três partidas de suspensão; 243-F (ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto), no qual a pena varia de um a seis jogos de gancho, além de multa que varia entre R$ 100 a R$ 100 mil; e por último, o 258 (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), podendo pegar um gancho de até seis partidas.
Abaixo matéria do site da Justiça Desportiva sobre o julgamento do caso Cláudio.
===============================================================
No dia 17 de julho, o Brasil de Pelotas estreou na Série C do Brasileirão vencendo o Santo André fora de casa. Porém, essa partida pode render uma grande complicação ao clube. O lateral-direito Cláudio participou do jogo quando não podia, pois precisava cumprir uma suspensão ainda do ano anterior, quando atuava pelo Ituiutaba/MG. Além disso, o clube gaúcho terá que defender o atleta Leandro Ferreira, expulso nessa mesma partida.
Ambos os casos serão julgados pela Quarta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva nesta próxima sexta-feira, dia 29 de julho, em sessão a partir das 14h. O clube gaúcho pode perder os pontos do jogo, enquanto o jogador pode pegar gancho pesado, já que foi denunciado em três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
O caso
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil de Pelotas contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou na partida.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Brasil de Pelotas responderá ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Jogador expulso também vai a julgamento
No mesmo jogo, Leandro Ferreira (Léo Medeiros), também do Brasil de Pelotas, foi expulso de campo aos 11 minutos da segunda etapa, ao receber o segundo cartão amarelo. Segundo o árbitro relatou, o jogador recebeu o cartão por “ter chutado a bola para longe, após a marcação de um impedimento a favor da sua equipe”. Ainda segundo o árbitro, o atleta dirigiu-se a ele gritando: “ladrão, seu safado, seu filho da p…”, e ainda retardou a saída de campo em aproximadamente três minutos.
Leandro responderá a três artigos do CBJD: 250 (praticar ato desleal ou hostil durante a partida), podendo pegar de uma a três partidas de suspensão; 243-F (ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto), no qual a pena varia de um a seis jogos de gancho, além de multa que varia entre R$ 100 a R$ 100 mil; e por último, o 258 (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), podendo pegar um gancho de até seis partidas.
[Copa Laci Ughini] Xavante empata em Rio Grande
![]() |
Em amistoso realizado agora a noite em Rio Grande contra a equipe do São Paulo, o G.E.Brasil empatou em 2 a 2. O time de Rio Grande saiu na frente com gol de Anderson Catatau aos 10 minutos da primeira etapa. O Xavante empatou com Luiz Carlos num golaço de falta e virou com gol de cabeça do volante Léo Medeiros na segunda etapa. Mas o time da casa acabou conseguindo o empate aos 37 minutos com gol de Alex Amado.
O amistoso serviu para o treinador Beto Almeida testar nova formação e colocar alguns jogadores para jogar. A próxima partida do Xavante é contra o Guarani de Camaquã na próxima semana na Baixada. A partida marcará a estreia da equipe na Copa Laci Ughini.
FICHA TÉCNICA
São Paulo: Bruno Grassi; Rudi, Itamar e Tomas (Cristiano); Mateus (Eduardo), Rodrigo Gaúcho, Marquinhos, Mazinho e Alex (Marciel); Alex Amado e Anderson Catatau (Mano Garcia). Técnico: Tonho Gil.
G.E.Brasil: Luciano; Vinicius (Guilherme), Galego e Junior Carvalho; Claudio (Thiago Mattos), João Emir, Leo Medeiros (Fabiano), Kim (Miguel) e Rudiere (Wilson); Rafael Xavier (Gleisson) e Luiz Carlos (Jone). Técnico: Beto Almeida.
Arbitragem: Alessandro Leite, auxiliado por Marcelo Moraes e Flavio Leoneti.
Local: Estádio Aldo Dapuzzo, em Rio Grande.
G.E.Brasil 1×1 Joinville E.C.
G.E.Brasil 1×1 Joinville E.C.
Baixada com excelente público nesse domingoPois é, não tem barbada nessa série C minha gente.
Na estreia do G.E.Brasil na Baixada, o resultado foi de 1 a 1 com o Joinville-SC. Um jogo muito disputado e muito igual teve o placar justo. O Xavante saiu massacrando no primeiro tempo com dois chutes de Juninho, depois disso o Joinville equilibrou o jogo. Quem saiu na frente do placar foi o Brasil com um gol de falta do lateral-esquerdo Nill. A bola desviou na barreira e entrou de mansinho no canto do goleiro Ivan.
Na segunda etapa o Joinville passeou em campo. O Brasil só reagiu depois do gol sofrido, marcado por Ronaldo Capixaba de penalti. A pressão na equipe catarinense veio somente nos minutos finais da partida. Jonas chegou a marcar um gol que o juiz anulou. Não sei se o bandeira deu impedimento ou falta no goleiro. Vocês verão nos vídeos abaixo que falta no goleiro não foi. E o penalti também é discutível, eu achei que não foi nada.
As impressões que ficaram foram aquelas que eu escrevi durante a semana. O time havia vencido em Santo André mas não tinha jogado tão bem e que hoje seria um jogo difícil, mais por nossa parte do que pelo adversário. Nos falta entrosamento. E hoje ficou evidente isso. O treinador Beto Almeida ainda mexeu errado ao tirar Marcos Denner, na minha opinião. Ele é a referência do nosso ataque e recebeu poucas bolas durante o jogo. Na pressão, com bola dentro da área, ele seria essencial.
Mesmo com o gostinho amargo do empate, ainda estamos muito bem na tabela. No outro jogo da rodada a Chapecoense venceu o Santo André por 3 a 0 e também chegou aos quatro pontos. O Joinville e Caxias tem 1 ponto e o Santo André está zerado. Isso prova que será muito equilibrada a nossa chave. Nós folgamos na próxima rodada onde o Santo André enfrenta o Caxias e o Joinville pega a Chapecoense. Portanto temos 15 dias para treinar.
FICHA TÉCNICA
G.E.Brasil: Vanderlei; Jackson, Jonas, Asprilla e Nill; Carlos Alberto (Guilherme), Neto, Athos (Kim) e Juba; Juninho e Marcos Denner (Rafael Xavier). Técnico: Beto Almeida.
Joinville E.C.: Ivan; Linno, Pedro Paulo e Renato Santos; Eduardo, Mateus, Jaílton (João Henrique), Ricardinho (Fabiano Silva) e Badé; Ronaldo Capixaba e Eraldo (Aldair). Técnico: Arturzinho.
Cartões amarelos: Jonas e Juba (Brasil). Mateus e Capixaba (Joinville)
Gols: Nill (34 minutos do 1º Tempo) – Brasil. Capixaba (13 minutos do 2º Tempo) – Joinville.
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas.
Horário: 16h
Arbitragem: Fabio Filipus, auxiliados por LucianoRoggenbaun e Maurício C. Silva Penna.
FOTOS
Carlos Insaurriaga
Baixada com excelente público nesse domingoPois é, não tem barbada nessa série C minha gente.
Na estreia do G.E.Brasil na Baixada, o resultado foi de 1 a 1 com o Joinville-SC. Um jogo muito disputado e muito igual teve o placar justo. O Xavante saiu massacrando no primeiro tempo com dois chutes de Juninho, depois disso o Joinville equilibrou o jogo. Quem saiu na frente do placar foi o Brasil com um gol de falta do lateral-esquerdo Nill. A bola desviou na barreira e entrou de mansinho no canto do goleiro Ivan.
Na segunda etapa o Joinville passeou em campo. O Brasil só reagiu depois do gol sofrido, marcado por Ronaldo Capixaba de penalti. A pressão na equipe catarinense veio somente nos minutos finais da partida. Jonas chegou a marcar um gol que o juiz anulou. Não sei se o bandeira deu impedimento ou falta no goleiro. Vocês verão nos vídeos abaixo que falta no goleiro não foi. E o penalti também é discutível, eu achei que não foi nada.
As impressões que ficaram foram aquelas que eu escrevi durante a semana. O time havia vencido em Santo André mas não tinha jogado tão bem e que hoje seria um jogo difícil, mais por nossa parte do que pelo adversário. Nos falta entrosamento. E hoje ficou evidente isso. O treinador Beto Almeida ainda mexeu errado ao tirar Marcos Denner, na minha opinião. Ele é a referência do nosso ataque e recebeu poucas bolas durante o jogo. Na pressão, com bola dentro da área, ele seria essencial.
Mesmo com o gostinho amargo do empate, ainda estamos muito bem na tabela. No outro jogo da rodada a Chapecoense venceu o Santo André por 3 a 0 e também chegou aos quatro pontos. O Joinville e Caxias tem 1 ponto e o Santo André está zerado. Isso prova que será muito equilibrada a nossa chave. Nós folgamos na próxima rodada onde o Santo André enfrenta o Caxias e o Joinville pega a Chapecoense. Portanto temos 15 dias para treinar.
FICHA TÉCNICA
G.E.Brasil: Vanderlei; Jackson, Jonas, Asprilla e Nill; Carlos Alberto (Guilherme), Neto, Athos (Kim) e Juba; Juninho e Marcos Denner (Rafael Xavier). Técnico: Beto Almeida.
Joinville E.C.: Ivan; Linno, Pedro Paulo e Renato Santos; Eduardo, Mateus, Jaílton (João Henrique), Ricardinho (Fabiano Silva) e Badé; Ronaldo Capixaba e Eraldo (Aldair). Técnico: Arturzinho.
Cartões amarelos: Jonas e Juba (Brasil). Mateus e Capixaba (Joinville)
Gols: Nill (34 minutos do 1º Tempo) – Brasil. Capixaba (13 minutos do 2º Tempo) – Joinville.
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas.
Horário: 16h
Arbitragem: Fabio Filipus, auxiliados por LucianoRoggenbaun e Maurício C. Silva Penna.
FOTOS
Carlos Insaurriaga
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Santo André 2×3 G.E.Brasil
A síndrome dos minutos finais foi pro beleléu e agora ta a nossa favor, ufa!
É meu povo, o Xavante estreou com o pé direito no Campeonato Brasileiro da Série C 2011. Eu, Marcelo Barboza, tive o grande prazer de estar nas arquibancadas do estádio Bruno José Daniel e acompanhar essa grande vitória.
De Florianópolis partiu um ônibus com 42 lugares destinados aos malucos torcedores Xavantes que iriam rodar mais de 10 horas de estrada para ver a estreia de um time que vinha de maus resultados na segundona gaúcha. Time esse que vem batendo na trave nos campeonatos nacionais há alguns anos. Dos 42 lugares do ônibus, 35 foram preenchidos com torcedores Xavante de Florianópolis, Barra Velha, Joinville e Curitiba. A caravana seguiu estradaa a fora rumo à Santo André. E eu tive o grande prazer de ser um desses 35. É uma turma antiga já. Já fomos à Criciúma, Marília, Toledo e Belo Horizonte acompanhar o Xavante nesses últimos anos. Dessa vez novas amizades foram feitas e com certeza, em breve, estaremos rodando atrás do G.E.Brasil mais uma vez.
Como eu sempre digo, jogos do G.E.Brasil são muito mais do que simples partidas de futebol, é um ritual. Para mim, desde a saída de Joinville, o jogo já havia começado. Dormir? Pra que? Uma ou duas cochiladas no caminho foram o suficiente. Vale destacar a ótima recepção que tivemos em Santo André por parte da polícia militar e da torcida do Santo André. Com o calor imenso e a quantidade de cerveja que tinhamos no isopor, entramos no estádio faltando dez minutos pro início do jogo. Eram torcedores da nossa excursão de Santa Catarina, pessoal do Rio de Janeiro e de São Paulo, todos reunidos relembrando e contando histórias de excursões e jogos do G.E.Brasil.
O jogo começou e a emoção veio cedo. Jackson cruzou uma bola da esquerda e o zagueiro do Santo André fez contra. Começava ali a festa da Xavantada em Santo André. Mesmo estando à frente do placar, o Brasil jogava bem e atacava. Até que veio o gol de empate do Santo André ainda no primeiro tempo. Veio o intervalo e o empate era um bom resultado. Mas no início do segundo tempo, Juninho marcou o segundo gol Xavante depois de jogada de Juba pela esquerda. Juninho comemorou o gol de forma emocionante em frente a torcida. Batia no escudo rubronegro e gritava, visivelmente emocionado. A torcida foi a loucura, gritava seu nome: “Juninho, Juninho, Juninho!” e passou a acreditar na vitória. Porém o Santo André foi todo para cima, Juninho e Marcos Denner ficavam no mano a mano com a defesa deles e parecia que em um contra-ataque mataríamos o jogo. E ai veio o lance da expulsão do Léo Medeiros. Totalmente desnecessária por ambas partes. Léo Medeiros não precisava ter chutado a bola daquela maneira e o juiz não precisava ter expulsado pois o lance era do Brasil e o chute foi quase junto ao apito. Ou seja, ali começava um drama que eu achava que se repetiria. O drama de perder nos finais das partidas. O Santo André empatou a partida numa falha da defesa Xavante em que a defesa tomou mais uma bola nas costas. Nisso o jogo se encaminhaca pro final. E eu apavorado. Louco de faceiro com o empate, querendo que o jogo acabasse logo. Enquanto eu conversava com meu grande amigo Nando, Marcos Denner guardava o que seria o gol da vitória do G.E.Brasil. Confesso que nem consegui comemorar. Me dei um calafrio, uma tremedeira nas pernas, eu não sabia se eu comemorava ou procurava uma ambulância. Mas ao olhar pro lado e ver a festa que a nossa torcida fazia, chutei o balde, se morresse, morreria feliz. Fui comemorar com o restante da torcida aos berros. O que vinha nos fazendo mal, dessa vez nos deu uma emoção indescritível: os últimos minutos. Poucas vezes voltamos de uma excursão tão tranquilos e felizes.
Foi tudo uma maravilha nesse belo domingo de sol em Santo André? Não. O time tem muita coisa a melhorar, claro. Beto Almeida sabe disso e vai ter que trabalhar muito. Novos jogadores ainda estão chegando e poderão ajudar o treinador. Nossa defesa errou demais em posicionamento.
Agora é trabalhar forte durante a semana para o jogo contra o Joinville no próximo domingo. Vai ser um jogo duríssimo. Ainda mais por ser a estreia frente à nossa torcida. Mas depois do que asssiti em Santo André, tenho muita confiança nesse time. Temos futebol para jogar de igual com todos.
Eu tive alguns problemas técnicos com minha câmeras e não consegui filmar e fotografar praticamente nada. Portanto os tradicionais vídeos das viagens que fazemos seguindo o G.E.Brasil, ficaremos devendo dessa vez. Porém outros amigos Xavantes fizeram esse trabalho e abaixo mostraremos o que temos. Dando destaque pra matéria feita pela ESPN Brasil junto à nossa torcida.
FICHA TÉCNICA
Santo André: André Luiz; Alemão, Daniel Gigante, Sandoval e Andrezinho; Juninho Capa, Mika (Ramazotti), Vanderlei e Chiquinho (Djalma); Jéferson (Pedro) e Cristiano Brasília. Técnico: Sandro Gaúcho
G.E.Brasil: Vanderlei; Cláudio (Nill), Jonas, Asprilla e Jackson; Carlos Alberto, Léo Medeiros, Athos e Juba (Kim); Juninho (Neto) e Marcos Denner. Técnico: Beto Almeida
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André (SP)
Árbitro: André Luis Paes Ramos (RJ)
Assistentes: Luiz F. Scolfield Guerra Costa-RJ e Alberto Poletto Masseira (SP)
Cartões amarelos: Jéferson, Ramazotti, Andrezinho e Cristiano Brasília (Santo André); Léo Medeiros, Athos e Vanderlei (Brasil)
Cartões vermelhos: Léo Medeiros (Brasil); Juninho (Santo André).
Gols: Sandoval, contra, aos 3’/1T , Juninho, aos 8’/2T e Marcos Denner, aos 46′/2T (Brasil). Vanderlei, aos 19’/1T e aos 24’/2T (Santo André).
É meu povo, o Xavante estreou com o pé direito no Campeonato Brasileiro da Série C 2011. Eu, Marcelo Barboza, tive o grande prazer de estar nas arquibancadas do estádio Bruno José Daniel e acompanhar essa grande vitória.
De Florianópolis partiu um ônibus com 42 lugares destinados aos malucos torcedores Xavantes que iriam rodar mais de 10 horas de estrada para ver a estreia de um time que vinha de maus resultados na segundona gaúcha. Time esse que vem batendo na trave nos campeonatos nacionais há alguns anos. Dos 42 lugares do ônibus, 35 foram preenchidos com torcedores Xavante de Florianópolis, Barra Velha, Joinville e Curitiba. A caravana seguiu estradaa a fora rumo à Santo André. E eu tive o grande prazer de ser um desses 35. É uma turma antiga já. Já fomos à Criciúma, Marília, Toledo e Belo Horizonte acompanhar o Xavante nesses últimos anos. Dessa vez novas amizades foram feitas e com certeza, em breve, estaremos rodando atrás do G.E.Brasil mais uma vez.
Como eu sempre digo, jogos do G.E.Brasil são muito mais do que simples partidas de futebol, é um ritual. Para mim, desde a saída de Joinville, o jogo já havia começado. Dormir? Pra que? Uma ou duas cochiladas no caminho foram o suficiente. Vale destacar a ótima recepção que tivemos em Santo André por parte da polícia militar e da torcida do Santo André. Com o calor imenso e a quantidade de cerveja que tinhamos no isopor, entramos no estádio faltando dez minutos pro início do jogo. Eram torcedores da nossa excursão de Santa Catarina, pessoal do Rio de Janeiro e de São Paulo, todos reunidos relembrando e contando histórias de excursões e jogos do G.E.Brasil.
O jogo começou e a emoção veio cedo. Jackson cruzou uma bola da esquerda e o zagueiro do Santo André fez contra. Começava ali a festa da Xavantada em Santo André. Mesmo estando à frente do placar, o Brasil jogava bem e atacava. Até que veio o gol de empate do Santo André ainda no primeiro tempo. Veio o intervalo e o empate era um bom resultado. Mas no início do segundo tempo, Juninho marcou o segundo gol Xavante depois de jogada de Juba pela esquerda. Juninho comemorou o gol de forma emocionante em frente a torcida. Batia no escudo rubronegro e gritava, visivelmente emocionado. A torcida foi a loucura, gritava seu nome: “Juninho, Juninho, Juninho!” e passou a acreditar na vitória. Porém o Santo André foi todo para cima, Juninho e Marcos Denner ficavam no mano a mano com a defesa deles e parecia que em um contra-ataque mataríamos o jogo. E ai veio o lance da expulsão do Léo Medeiros. Totalmente desnecessária por ambas partes. Léo Medeiros não precisava ter chutado a bola daquela maneira e o juiz não precisava ter expulsado pois o lance era do Brasil e o chute foi quase junto ao apito. Ou seja, ali começava um drama que eu achava que se repetiria. O drama de perder nos finais das partidas. O Santo André empatou a partida numa falha da defesa Xavante em que a defesa tomou mais uma bola nas costas. Nisso o jogo se encaminhaca pro final. E eu apavorado. Louco de faceiro com o empate, querendo que o jogo acabasse logo. Enquanto eu conversava com meu grande amigo Nando, Marcos Denner guardava o que seria o gol da vitória do G.E.Brasil. Confesso que nem consegui comemorar. Me dei um calafrio, uma tremedeira nas pernas, eu não sabia se eu comemorava ou procurava uma ambulância. Mas ao olhar pro lado e ver a festa que a nossa torcida fazia, chutei o balde, se morresse, morreria feliz. Fui comemorar com o restante da torcida aos berros. O que vinha nos fazendo mal, dessa vez nos deu uma emoção indescritível: os últimos minutos. Poucas vezes voltamos de uma excursão tão tranquilos e felizes.
Foi tudo uma maravilha nesse belo domingo de sol em Santo André? Não. O time tem muita coisa a melhorar, claro. Beto Almeida sabe disso e vai ter que trabalhar muito. Novos jogadores ainda estão chegando e poderão ajudar o treinador. Nossa defesa errou demais em posicionamento.
Agora é trabalhar forte durante a semana para o jogo contra o Joinville no próximo domingo. Vai ser um jogo duríssimo. Ainda mais por ser a estreia frente à nossa torcida. Mas depois do que asssiti em Santo André, tenho muita confiança nesse time. Temos futebol para jogar de igual com todos.
Eu tive alguns problemas técnicos com minha câmeras e não consegui filmar e fotografar praticamente nada. Portanto os tradicionais vídeos das viagens que fazemos seguindo o G.E.Brasil, ficaremos devendo dessa vez. Porém outros amigos Xavantes fizeram esse trabalho e abaixo mostraremos o que temos. Dando destaque pra matéria feita pela ESPN Brasil junto à nossa torcida.
FICHA TÉCNICA
Santo André: André Luiz; Alemão, Daniel Gigante, Sandoval e Andrezinho; Juninho Capa, Mika (Ramazotti), Vanderlei e Chiquinho (Djalma); Jéferson (Pedro) e Cristiano Brasília. Técnico: Sandro Gaúcho
G.E.Brasil: Vanderlei; Cláudio (Nill), Jonas, Asprilla e Jackson; Carlos Alberto, Léo Medeiros, Athos e Juba (Kim); Juninho (Neto) e Marcos Denner. Técnico: Beto Almeida
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André (SP)
Árbitro: André Luis Paes Ramos (RJ)
Assistentes: Luiz F. Scolfield Guerra Costa-RJ e Alberto Poletto Masseira (SP)
Cartões amarelos: Jéferson, Ramazotti, Andrezinho e Cristiano Brasília (Santo André); Léo Medeiros, Athos e Vanderlei (Brasil)
Cartões vermelhos: Léo Medeiros (Brasil); Juninho (Santo André).
Gols: Sandoval, contra, aos 3’/1T , Juninho, aos 8’/2T e Marcos Denner, aos 46′/2T (Brasil). Vanderlei, aos 19’/1T e aos 24’/2T (Santo André).
domingo, 1 de maio de 2011
Brasil sufoca, mas fica no 1 a 1 com o Cerâmica
Time Xavante manda no jogo, mas desperdiça muitos gols, e agora vai buscar a vitória e a classificação na casa do adversário
Ainda não foi neste domingo que o Brasil garantiu uma vaga na terceira fase da Segundona Gaúcha. Uma vitória sobre o Cerâmica, no estádio Bento Freitas, colocaria o time da Baixada virtualmente na próxima etapa da competição estadual. Entretanto, o Xavante fez um jogo de muita instabilidade e, no final, ficou no 1 a 1 com a equipe de Gravataí.Com o empate, o rubro-negro chegou a sete pontos e encerrou o primeiro turno desta segunda fase na liderança, com três pontos de folga para o Esportivo e para o próprio Cerâmica, que somaram quatro até agora.
Nesta quarta-feira, o Brasil volta a encarar o mesmo adversário deste domingo, só que a disputa, marcada para as 15h30, vai ser no estádio Vieirão. Se, desta vez, conseguir somar três pontos, aí sim, o Xavante conquista a classificação em cima do tricolor da região metropolitana.
O JOGO
Juba fez o primeiro gol dele pelo Brasil. Foto: Carlos InsaurriagaPoucos minutos depois, o próprio Juba quase ampliou a vantagem. O camisa nove do rubro-negro recebeu um passe na marca do pênalti e acertou a trave. A bola ainda bateu nas costas de Doni e quase entrou. Do outro lado, o time de Gravataí respondeu na mesma moeda. Cido achou uma brecha na defesa Xavante e também mandou no poste.
A partida estava pegando fogo. Porém, após a sequência de lances de perigo, o confronto deu uma bela esfriada. O jogo ficou muito limitado à zona do meio-campo, e sem jogadas agudas por um bom tempo. Somente nos minutos finais o time da Baixada voltou a pressionar, até chegou perto com Moscatelli e Juba, mas efetividade suficiente para marcar mais um.
O segundo tempo começou como o primeiro: com blitz do Brasil. Com poucos segundos de bola rolando, Moscatelli lançou Juba, que ficou de frente para o crime, tocou no cantinho e obrigou o goleiro tricolor a praticar uma grande defesa para evitar o gol. E a dupla voltou a funcionar na jogada seguinte. Moscatelli caiu pela direita, chegou à linha de fundo e rolou para trás. Juba apareceu batendo de primeira, e Doni pegou mais uma.
Nitidamente o Xavante estava melhor no jogo. Mesmo assim, foi o Cerâmica que conseguiu marcar. Aos 15 minutos, Belo inverteu uma bola para Dinei, que teve muita calma e habilidade para encobrir o goleiro Adilson, acertar o ângulo e empatar o confronto.
Interessado somente na vitória, o rubro-negro passou a sufocar o time de Gravataí. Na meia-lua da grande área, Juba escorou de cabeça, Moscatelli ficou cara a cara com Doni, tentou colocar por cobertura, mas o goleiro levou a melhor. Depois teve bate-rebate na defesa tricolor, até que Juba pegou a sobra, enfiou o pé e só não fez o gol porque um zagueiro salvou em cima da linha. Só dava Brasil, só dava Juba. Aos 33, Ramos aproveitou um rebote no bico da área, cruzou rasteiro, e o atacante da Baixada desviou na frente do gol, mas mandou por cima.
Aos 38 do segundo tempo o volante Ramos subiu entre um zagueiro e o goleiro e fez um gol que foi anulado pelo juiz. Foto: Carlos InsaurriagaMas não teve jeito. Faltou um pouco de pontaria ao ataque Xavante e sobrou um pouco capricho à bola, que insistiu em não entrar. Resultado final: Brasil 1 x 1 Cerâmica.
- O Brasil apresentou uma alternância de bons e maus momentos durante os 90 minutos, isso na questão técnica e na questão tática. Começamos muito bem, fizemos o gol, depois a gente teve uma quebra de ritmo muito grande, o jogo ficou a favor do adversário, que tem uma bela equipe, e que conseguiu empatar. Depois nós voltamos a mandar na partida, tirando todos os espaços do Cerâmica, criando inúmeras oportunidades (de gol), mas o goleiro Donizete teve muita felicidade e evitou o nosso segundo gol. De qualquer forma, o importante é que estamos conseguindo várias melhorias no time, que cada vez está colocando mais a bola no chão, e agora nós vamos a Gravataí com plenas condições de recuperar os pontos perdidos esta noite – disse o técnico Beto Almeida.
sábado, 2 de abril de 2011
A Baixada vai tremer!!
"Direção Xavante espera casa cheia no BRA-FAR deste domingo: 'pelo menos, seis ou sete mil pessoas', prevê o Presidente André Araujo"
É no BRA-FAR das 15h30 deste domingo que o Brasil aguarda ter um grande reencontro com o torcedor rubro-negro. Após quatro rodadas longe de casa, a Direção Executiva Xavante acredita que o estádio Bento Freitas vai voltar a sacudir no clássico diante do Farroupilha, que é válido pela terceira rodada do returno desta primeira fase da Segundona Gaúcha.
- Em termos de público geral, levando em conta a diferenciação, que agora a gente tem que fazer ainda maior, em relação a sócios e pagantes, eu espero, pelo menos, seis ou sete mil pessoas – previu o Presidente André Araujo, que também carrega boas expectativas sobre a partida contra o rival tricolor.
- Temos que ganhar o clássico, porque estamos a quatro rodadas sem vencer e o nosso torcedor não vai admitir uma derrota, nem um empate. Respeito o Farroupilha, os profissionais que trabalham lá, mas nós temos que nos impor dentro de casa. Mesmo sabendo da nossa limitação, com o plantel reduzido em função das lesões, tenho certeza que o time vai dar o máximo e sair com uma vitória – cravou.
- A gente tem uma estrutura considerável, um bom grupo de jogadores, uma folha de pagamento alta, um grande número de torcedores, que os empurram o tempo inteiro, e tudo isso nos dá uma vantagem. Mas não quer dizer isso seja um favoritismo, porque é dentro de campo que se ganha o jogo, e não na véspera – argumentou o mandatário rubro-negro.
Os ingressos para o confronto do Brasil contra o Fantasma do Fragata começaram a ser vendidos ao meio-dia desta sexta-feira. Lembrando que os Sócios de Coração, com a mensalidade de março paga, têm acesso livre para assistir ao clássico na Baixada.
É no BRA-FAR das 15h30 deste domingo que o Brasil aguarda ter um grande reencontro com o torcedor rubro-negro. Após quatro rodadas longe de casa, a Direção Executiva Xavante acredita que o estádio Bento Freitas vai voltar a sacudir no clássico diante do Farroupilha, que é válido pela terceira rodada do returno desta primeira fase da Segundona Gaúcha.
- Em termos de público geral, levando em conta a diferenciação, que agora a gente tem que fazer ainda maior, em relação a sócios e pagantes, eu espero, pelo menos, seis ou sete mil pessoas – previu o Presidente André Araujo, que também carrega boas expectativas sobre a partida contra o rival tricolor.
- Temos que ganhar o clássico, porque estamos a quatro rodadas sem vencer e o nosso torcedor não vai admitir uma derrota, nem um empate. Respeito o Farroupilha, os profissionais que trabalham lá, mas nós temos que nos impor dentro de casa. Mesmo sabendo da nossa limitação, com o plantel reduzido em função das lesões, tenho certeza que o time vai dar o máximo e sair com uma vitória – cravou.
- A gente tem uma estrutura considerável, um bom grupo de jogadores, uma folha de pagamento alta, um grande número de torcedores, que os empurram o tempo inteiro, e tudo isso nos dá uma vantagem. Mas não quer dizer isso seja um favoritismo, porque é dentro de campo que se ganha o jogo, e não na véspera – argumentou o mandatário rubro-negro.
Os ingressos para o confronto do Brasil contra o Fantasma do Fragata começaram a ser vendidos ao meio-dia desta sexta-feira. Lembrando que os Sócios de Coração, com a mensalidade de março paga, têm acesso livre para assistir ao clássico na Baixada.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Brasil perde no finalzinho em Rio Grande
Debaixo de muita chuva e como consequência num jogo muito truncado, o Brasil foi derrotado pelo São Paulo em Rio Grande, com gol de Wagner Rincón no finalzinho do jogo.
Na primeira etapa o Brasil foi melhor, criou pelo menos três oportunidades para marcar, mas não conseguiu tira o zero do placar e ainda perdeu dois jogadores por lesão. Carlos Alberto, com dores decorrentes ainda do clássico Bra-Far, foi o primeiro a deixar o gramado para a entrada de Wilson. Em seguida foi a vez de Felipe Oliveira dar lugar para Jone.
Na segunda etapa o São Paulo voltou melhor, pressionou o Brasil e, no finalzinho, aos 45 minutos, Wagner Rincón aproveitou o cruzamento no escanteio e, de cabeça, decretou a vitória do Rubro-Verde.
O Brasil permanece na liderança da chave com 13 pontos
Na primeira etapa o Brasil foi melhor, criou pelo menos três oportunidades para marcar, mas não conseguiu tira o zero do placar e ainda perdeu dois jogadores por lesão. Carlos Alberto, com dores decorrentes ainda do clássico Bra-Far, foi o primeiro a deixar o gramado para a entrada de Wilson. Em seguida foi a vez de Felipe Oliveira dar lugar para Jone.
Na segunda etapa o São Paulo voltou melhor, pressionou o Brasil e, no finalzinho, aos 45 minutos, Wagner Rincón aproveitou o cruzamento no escanteio e, de cabeça, decretou a vitória do Rubro-Verde.
O Brasil permanece na liderança da chave com 13 pontos
domingo, 20 de março de 2011
Tudo igual no clássico
Jogando no Nicolau Fico, Brasil fica no 0 a 0 com o Farroupilha, mantendo a invencibilidade e a liderança isolada na Segundona Gaúcha
Na tarde deste sábado, pela primeira vez o Brasil jogou fora de casa nesta Segundona Gaúcha. Porém, o visual das arquibancadas do Nicolau Fico dava até a impressão de que o clássico contra o Farroupilha estava sendo disputado na Baixada, tamanha era a presença da ‘maior e mais fiel’ no estádio do Fragata. A maior diferença mesmo apareceu dentro de campo. O Xavante não conseguiu manter um ritmo forte durante toda a partida e acabou ficando no 0 a 0 com o Fantasma.
Mesmo que tenha perdido os 100% de aproveitamento, com o empate no BRA-FAR, o clube rubro-negro mantém a melhor campanha entre todas as equipes da competição estadual e se isola ainda mais na ponta da tabela de classificação da Chave 1, com seis pontos à frente de 14 de Julho, Rio Grande e do próprio Farroupilha, que tem sete.
O próximo desafio do Xavante na luta pelo acesso ao Gauchão será novamente longe do Bento Freitas. Às 20h30 da próxima quarta-feira, o Brasil encara o São Paulo, no estádio Aldo Dapuzzo, em Rio Grande, no encerramento deste primeiro turno da primeira fase.
Na jogada seguinte, o cruzamento foi feito pela esquerda, e foi a vez de Flaviano aproveitar o passe à meia-altura para se antecipar ao arqueiro do Farrapo e dar um tapa na bola, que passou rente ao poste. A essa altura a supremacia vermelha e preta das arquibancadas já começava a aparecer também dentro das quatro linhas.
Só dava rubro-negro, que a cada minuto parecia se aproximar mais do gol. Aos 35, Galego quase chegou lá. Após um cruzamento que atravessou toda a área tricolor, o lateral-esquerdo chutou de primeira e só não fez porque um defensor do time da casa salvou em cima da linha. Na marca dos 43, um lance ainda mais agudo. Felipe Oliveira se antecipou ao goleiro em um recuo errado do zagueiro Evandro, e por pouco não conseguiu botar na rede. Já nos acréscimos, Moscatelli provocou outro suspiro da torcida Xavante. O camisa dez da Baixada pegou um rebote na risca da pequena área e explodiu a bola em cima da defesa do Farroupilha, que chegava fechando o ângulo do meia-atacante.
Na segunda etapa Wilson substituiu Carlos Alberto, porque o volante rubro-negro ainda estava sentindo uma pancada que levou no primeiro tempo. E Jone entrou no lugar de Leandro Marangón, porque o técnico Hélio Vieira queria mais poder de fogo no ataque Xavante.
A alteração deu certo, o setor de frente ganhou mais mobilidade e o próprio Jone chegou perto de marcar. Aos 12 minutos, Galego cobrou uma falta com força, pela direita, e o jovem centroavante do Brasil deu uma casquinha de cabeça que jogou a bola a milímetros do travessão.
Apesar do lance, a etapa complementar não seguiu tão recheada de emoções quanto à inicial, e só aos 32 minutos a equipe rubro-negra conseguiu criar uma nova oportunidade clara para mexer no placar. Moscatelli espichou um passe para Flaviano, que recebeu na entrada da área e rolou para Jackson. O lateral Xavante cruzou rasteiro, Felipe Oliveira deu um carrinho no meio dos zagueiros, mas só alcançou a bola com a ponta da chuteira, o que não foi o suficiente para devia-la ao fundo da rede e tirar o zero do clássico, que terminou sem vencedor.
- O nosso segundo tempo realmente não foi bom, mas, ao menos, nós continuamos com uma campanha excelente: quatro vitórias e um empate, a melhor da Segundona Divisão. Claro que nós poderíamos ter saído com mais uma vitória nesse clássico, principalmente pelo primeiro tempo, onde tivemos uma supremacia muito grande e desperdiçamos a chance de matar o jogo. Mas essa competição vai ser complicada mesmo e o importante é se manter no topo – disse Hélio Vieira.
Na tarde deste sábado, pela primeira vez o Brasil jogou fora de casa nesta Segundona Gaúcha. Porém, o visual das arquibancadas do Nicolau Fico dava até a impressão de que o clássico contra o Farroupilha estava sendo disputado na Baixada, tamanha era a presença da ‘maior e mais fiel’ no estádio do Fragata. A maior diferença mesmo apareceu dentro de campo. O Xavante não conseguiu manter um ritmo forte durante toda a partida e acabou ficando no 0 a 0 com o Fantasma.
Mesmo que tenha perdido os 100% de aproveitamento, com o empate no BRA-FAR, o clube rubro-negro mantém a melhor campanha entre todas as equipes da competição estadual e se isola ainda mais na ponta da tabela de classificação da Chave 1, com seis pontos à frente de 14 de Julho, Rio Grande e do próprio Farroupilha, que tem sete.
O próximo desafio do Xavante na luta pelo acesso ao Gauchão será novamente longe do Bento Freitas. Às 20h30 da próxima quarta-feira, o Brasil encara o São Paulo, no estádio Aldo Dapuzzo, em Rio Grande, no encerramento deste primeiro turno da primeira fase.
JOGO
A partida começou equilibrada, e sem nenhum lance de perigo. Só perto dos dez minutos é que surgiu a primeira chance clara de gol. E foi do Brasil. Depois que Leandro Marangón cobrou escanteio pela direita, o zagueiro Ronan acertou um testaço à queima-roupa e obrigou o goleiro Diego a operar um pequeno milagre para evitar a abertura do marcador.Na jogada seguinte, o cruzamento foi feito pela esquerda, e foi a vez de Flaviano aproveitar o passe à meia-altura para se antecipar ao arqueiro do Farrapo e dar um tapa na bola, que passou rente ao poste. A essa altura a supremacia vermelha e preta das arquibancadas já começava a aparecer também dentro das quatro linhas.
Só dava rubro-negro, que a cada minuto parecia se aproximar mais do gol. Aos 35, Galego quase chegou lá. Após um cruzamento que atravessou toda a área tricolor, o lateral-esquerdo chutou de primeira e só não fez porque um defensor do time da casa salvou em cima da linha. Na marca dos 43, um lance ainda mais agudo. Felipe Oliveira se antecipou ao goleiro em um recuo errado do zagueiro Evandro, e por pouco não conseguiu botar na rede. Já nos acréscimos, Moscatelli provocou outro suspiro da torcida Xavante. O camisa dez da Baixada pegou um rebote na risca da pequena área e explodiu a bola em cima da defesa do Farroupilha, que chegava fechando o ângulo do meia-atacante.
Na segunda etapa Wilson substituiu Carlos Alberto, porque o volante rubro-negro ainda estava sentindo uma pancada que levou no primeiro tempo. E Jone entrou no lugar de Leandro Marangón, porque o técnico Hélio Vieira queria mais poder de fogo no ataque Xavante.
A alteração deu certo, o setor de frente ganhou mais mobilidade e o próprio Jone chegou perto de marcar. Aos 12 minutos, Galego cobrou uma falta com força, pela direita, e o jovem centroavante do Brasil deu uma casquinha de cabeça que jogou a bola a milímetros do travessão.
Apesar do lance, a etapa complementar não seguiu tão recheada de emoções quanto à inicial, e só aos 32 minutos a equipe rubro-negra conseguiu criar uma nova oportunidade clara para mexer no placar. Moscatelli espichou um passe para Flaviano, que recebeu na entrada da área e rolou para Jackson. O lateral Xavante cruzou rasteiro, Felipe Oliveira deu um carrinho no meio dos zagueiros, mas só alcançou a bola com a ponta da chuteira, o que não foi o suficiente para devia-la ao fundo da rede e tirar o zero do clássico, que terminou sem vencedor.
- O nosso segundo tempo realmente não foi bom, mas, ao menos, nós continuamos com uma campanha excelente: quatro vitórias e um empate, a melhor da Segundona Divisão. Claro que nós poderíamos ter saído com mais uma vitória nesse clássico, principalmente pelo primeiro tempo, onde tivemos uma supremacia muito grande e desperdiçamos a chance de matar o jogo. Mas essa competição vai ser complicada mesmo e o importante é se manter no topo – disse Hélio Vieira.
segunda-feira, 14 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
FGF confirma alteração de datas
Pedido da diretoria rubro-negra é atendido e os jogos do Brasil contra as equipes de Bagé recebem nova data na tabela
A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) confirmou, na tarde desta quinta-feira, a alteração nas datas dos dois próximos jogos que o Brasil vai sediar nesta Segundona Gaúcha. A partida contra o Bagé, originalmente marcada para este domingo, passou para as 20h30 de segunda-feira, dia 14. Já o confronto com o Guarany de Bagé, também no estádio Bento Freitas, que seria disputada na quarta-feira, foi remarcado para quinta-feira, dia 17, no mesmo horário: 20h30.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Quem vai ficar com a 9?
Com a lesão de Clayton, Flaviano, Jone e Gleisson disputam um lugar na linha de frente da equipe Xavante
A lesão do centroavante Clayton, que se machucou no jogo contra o Rio Grande, abriu uma vaga no time titular do Brasil, e colocou uma interrogação na cabeça do técnico Hélio Vieira: afinal, quem deve assumir a camisa nove do time da Baixada? As opções estão entre Flaviano, que é mais experiente, e os garotos Jone e Gleisson, que entraram voando no confronto diante do Vovô e fizeram os dois gols da vitória Xavante.
Mesmo sendo uma decisão difícil, o treinador rubro-negro não vai poder pensar muito antes de se resolver. Pois já nesta quinta-feira tem clássico BRA-FAR pela terceira rodada da Segundona Gaúcha, e a equipe Xavante precisa estar tinindo para dar continuidade à excelente arrancada rumo ao acesso, e manter os 100% de aproveitamento na competição estadual.
A campanha está forte entre os postulantes a formar dupla com Felipe Oliveira no ataque do Brasil. Todos os três estão querendo muito a vaga, e não param de contar os minutos até a hora da definição de quem vai enfrentar o Farroupilha, no estádio Nicolau Fico.
– A expectativa é muito grande, eu venho treinamento sério, me dedicando bastante, e sempre esperando as oportunidades. Não sei quem vai jogar, mas eu estou pronto, estou bem preparado e, se o Hélio (Vieira) optar por mim, vou procurar fazer um grande jogo e ajudar os companheiros a conquistar mais uma vitória – afirmou Flaviano, que tem 32 anos e uma longa bagagem no mundo da bola a favor.
Mesmo sendo uma decisão difícil, o treinador rubro-negro não vai poder pensar muito antes de se resolver. Pois já nesta quinta-feira tem clássico BRA-FAR pela terceira rodada da Segundona Gaúcha, e a equipe Xavante precisa estar tinindo para dar continuidade à excelente arrancada rumo ao acesso, e manter os 100% de aproveitamento na competição estadual.
A campanha está forte entre os postulantes a formar dupla com Felipe Oliveira no ataque do Brasil. Todos os três estão querendo muito a vaga, e não param de contar os minutos até a hora da definição de quem vai enfrentar o Farroupilha, no estádio Nicolau Fico.
– A expectativa é muito grande, eu venho treinamento sério, me dedicando bastante, e sempre esperando as oportunidades. Não sei quem vai jogar, mas eu estou pronto, estou bem preparado e, se o Hélio (Vieira) optar por mim, vou procurar fazer um grande jogo e ajudar os companheiros a conquistar mais uma vitória – afirmou Flaviano, que tem 32 anos e uma longa bagagem no mundo da bola a favor.
Para contrapor a experiência de Flaviano, Jone e Gleisson apostam justamente na juventude. Os dois garotos, que recém saíram das categorias de base da Baixada e aos poucos começam a encantar os torcedores rubro-negros, querem a chance de começar um jogo como titular da equipe profissional pela primeira vez.
– A expectativa é a melhor possível, até porque se trata de um clássico, contra a equipe do Farroupilha, que vem de vitória. Mas a briga por essa vaga vai ser sadia e quem tiver que ser titular tenho certeza que vai fazer o melhor pelo Brasil. Claro que eu estou muito confiante, até porque fazer um gol levanta o astral e a auto-estima de qualquer jogador – disse Gleisson.
– Mesmo assim, eu sigo trabalhando forte, pra poder aproveitar qualquer oportunidade que possa aparecer e voltar a marcar com a camisa do Xavante – completou o atacante de 18 anos, que no treinamento coletivo da última segunda-feira começou jogando entre os titulares.
Enquanto Gleisson iniciou a simulação de jogo no time de cima, Jone sequer participou da atividade. Como ele sofreu uma lesão no quadril e ainda sente dores no local, a comissão técnica e o Depto Médico do Xavante optaram por preservá-lo neste primeiro momento.
O alento para o atleta é que o Dr. André Guerreiro já diagnosticou que a lesão não preocupa e que ele deve se recuperar a tempo de encarar o clássico da cidade. Além disso, Jone ainda deve lembrar que foi o primeiro a ser chamado para suprir a ausência de Clayton, quando o então dono da camisa nove rubro-negra teve que deixar o campo de maca.
– Se tiver uma nova chance, eu estou pronto para aproveitar. Até porque já tenho uma ideia de como eu posso entrar no time. O Felipe Oliveira joga mais aberto, principalmente pela lateral direita, e eu jogo mais centralizado. Então, se eu for para o jogo deve ser na mesma posição que o Hélio (Vieira) me colocou na partida contra o Rio Grande, quando eu atuei mais pela esquerda e voltando para marcar o volante – destacou.
– A expectativa é a melhor possível, até porque se trata de um clássico, contra a equipe do Farroupilha, que vem de vitória. Mas a briga por essa vaga vai ser sadia e quem tiver que ser titular tenho certeza que vai fazer o melhor pelo Brasil. Claro que eu estou muito confiante, até porque fazer um gol levanta o astral e a auto-estima de qualquer jogador – disse Gleisson.
– Mesmo assim, eu sigo trabalhando forte, pra poder aproveitar qualquer oportunidade que possa aparecer e voltar a marcar com a camisa do Xavante – completou o atacante de 18 anos, que no treinamento coletivo da última segunda-feira começou jogando entre os titulares.
Enquanto Gleisson iniciou a simulação de jogo no time de cima, Jone sequer participou da atividade. Como ele sofreu uma lesão no quadril e ainda sente dores no local, a comissão técnica e o Depto Médico do Xavante optaram por preservá-lo neste primeiro momento.
O alento para o atleta é que o Dr. André Guerreiro já diagnosticou que a lesão não preocupa e que ele deve se recuperar a tempo de encarar o clássico da cidade. Além disso, Jone ainda deve lembrar que foi o primeiro a ser chamado para suprir a ausência de Clayton, quando o então dono da camisa nove rubro-negra teve que deixar o campo de maca.
– Se tiver uma nova chance, eu estou pronto para aproveitar. Até porque já tenho uma ideia de como eu posso entrar no time. O Felipe Oliveira joga mais aberto, principalmente pela lateral direita, e eu jogo mais centralizado. Então, se eu for para o jogo deve ser na mesma posição que o Hélio (Vieira) me colocou na partida contra o Rio Grande, quando eu atuei mais pela esquerda e voltando para marcar o volante – destacou.
O primeiro clássico BRA-FAR desta Segundona Gaúcha vai ser no estádio do Farroupilha, o Gen. Nicolau Fico. A partida no bairro Fragata está marcada para as 16h desta quinta-feira.
fonte: http://www.gebrasil.com.br/noticias/noticias-detalhe.php?id=315
sexta-feira, 4 de março de 2011
Garotada apronta contra Vovô
![]() |
| Gleisson marcou um golaço que fechou o placar na Baixada. Foto: Carlos Insaurriaga |
O que talvez ninguém estava imaginando é que a vitória Xavante seria construída pelos pés de dois garotos formados na base do clube da Baixada. Pois foi exatamente com Jone e Gleisson, de 19 e 18 anos, respectivamente, que o Brasil fez 2 a 0 no Vovô e assumiu a liderança da Chave 1, com seis pontos em dois jogos.
O próximo compromisso do rubro-negro na divisão de acesso do Campeonato Gaúcho é só depois do Carnaval. Na quinta-feira da semana que vem a equipe vermelha e preta encara o Farroupilha, às 16h, no estádio Nicolau Fico.
O JOGO
A partida começou quente na Baixada. O Brasil saiu pressionando, e quem arriscou primeiro foi Moscatelli. O camisa dez chutou de longe e quase encobriu o goleiro Fabiano, que se esticou todo e espalmou por cima do travessão. O Rio Grande respondeu rápido e chegou ao ataque logo na sequência. Alisson Baiano arrematou da entrada da área e também obrigou o arqueiro Xavante a tocar pela linha de fundo.
Não demorou muito, e lá estava o rubro-negro de novo chegando. Felipe Oliveira, finalizando com muito perigo, e Leandro Marangón, que bateu cruzado, sem ângulo, e por pouco não fez um golaço, começaram a colocar a defesa do Vovô em cheque.
Na marca dos 27 o Bento Freitas chegou a tremer com o suspiro da ‘maior e mais fiel’. Foi quando Felipe Oliveira aproveitou um lançamento longo e uma bobeira da defesa rio-grandina, ficou de frente para o crime e só não marcou porque Fabiano operou um milagre embaixo da meta. Poucos minutos depois o lance se repetiria, só que do outro lado do campo. Desta vez Rogerinho ficou cara a cara com Adilson, que cresceu para cima do lateral-direito e evitou o gol com uma intervenção ainda mais brilhante que a do rival.
Mas a jogada não assustou o time da casa, e o Brasil armou uma blitz ainda antes do intervalo. A série de oportunidades começou com Moscatelli, que driblou o marcador dentro da área e tocou por cima. Depois Jone, que substituiu o lesionado Clayton no início do jogo, escorou um cruzamento rasteiro bastante forte e acertou uma bomba em cima do goleiro, que defendeu no susto. Por último, Carlos Alberto foi no terceiro andar, torneou a bola com uma linda cabeçada e beliscou mais uma vez a abertura do placar.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
'O primeiro de muitos', espera Carlos Alberto
Autor do gol da vitória na estreia do Brasil contra o 14 de Julho, volante quer repetir a façanha ao longo da Segundona Gaúcha
A vitória do Brasil na estreia da Segundona Gaúcha não foi uma tarefa das mais fáceis para os Xavantes. O jogo contra o 14 de Julho, no último sábado, no estádio Bento Freitas, foi cercado de muita ansiedade, nervosismo e chegou até a ficar encardido. Principalmente no segundo tempo, quando o time da casa, mesmo sendo superior em campo, não conseguia furar a retranca do Leão da Fronteira.
Mas a primeira partida oficial do Centenário Xavante não poderia terminar sem festa, e foi aí, então, que apareceu o volante Carlos Alberto. Com uma cabeçada certeira, quase aos 40 minutos, ele colocou a bola no ângulo e fez a alegria da ‘maior e mais fiel’, que lotou as arquibancadas da Baixada e pode comemorar uma grande arrancada do rubro-negro rumo ao acesso no certame do futebol gaúcho.
– É uma das minhas principais característica fazer gols de cabeça. Trabalho forte para isso e espero que este gol seja o primeiro de muitos com a camisa do Brasil – projetou o volante.
Sobre a dureza encontrada no confronto de sábado, Carlos Alberto não se mostrou surpreso. Pelo contrário, ele acha que esse filme tende a se repetir quando os jogos forem disputados em solo vermelho e preto.
– Nós temos que ser conscientes de que todas as equipes que vierem jogar contra o Brasil vão vir fechadas, numa retranca. E temos que buscar todas as alternativas para furar esse bloqueio – disse.
A diferença, segundo o volante, é que para as próximas partidas, como o duelo contra o Rio Grande, a equipe rubro-negra já vai estar mais preparada.
– Nesse jogo contra o 14 de Julho nós sofremos um pouco por causa da ansiedade, mas nós vamos crescer a cada partida, ainda mais tendo um resultado positivo como esse na estreia, e para quinta-feira, novamente com o apoio da nossa torcida, acredito que vamos mostrar um futebol melhor e conquistar outro bom resultado – completou.
Brasil e Rio Grande se enfrentam a partir das 20h30 desta quinta-feira, no estádio Bento Freitas. O encontro, que teve inversão de mando de campo, será válido pela 2ª rodada do Campeonato Gaúcho da Segunda Divisão.
A vitória do Brasil na estreia da Segundona Gaúcha não foi uma tarefa das mais fáceis para os Xavantes. O jogo contra o 14 de Julho, no último sábado, no estádio Bento Freitas, foi cercado de muita ansiedade, nervosismo e chegou até a ficar encardido. Principalmente no segundo tempo, quando o time da casa, mesmo sendo superior em campo, não conseguia furar a retranca do Leão da Fronteira.
Mas a primeira partida oficial do Centenário Xavante não poderia terminar sem festa, e foi aí, então, que apareceu o volante Carlos Alberto. Com uma cabeçada certeira, quase aos 40 minutos, ele colocou a bola no ângulo e fez a alegria da ‘maior e mais fiel’, que lotou as arquibancadas da Baixada e pode comemorar uma grande arrancada do rubro-negro rumo ao acesso no certame do futebol gaúcho.
– É uma das minhas principais característica fazer gols de cabeça. Trabalho forte para isso e espero que este gol seja o primeiro de muitos com a camisa do Brasil – projetou o volante.
Sobre a dureza encontrada no confronto de sábado, Carlos Alberto não se mostrou surpreso. Pelo contrário, ele acha que esse filme tende a se repetir quando os jogos forem disputados em solo vermelho e preto.
– Nós temos que ser conscientes de que todas as equipes que vierem jogar contra o Brasil vão vir fechadas, numa retranca. E temos que buscar todas as alternativas para furar esse bloqueio – disse.
A diferença, segundo o volante, é que para as próximas partidas, como o duelo contra o Rio Grande, a equipe rubro-negra já vai estar mais preparada.
– Nesse jogo contra o 14 de Julho nós sofremos um pouco por causa da ansiedade, mas nós vamos crescer a cada partida, ainda mais tendo um resultado positivo como esse na estreia, e para quinta-feira, novamente com o apoio da nossa torcida, acredito que vamos mostrar um futebol melhor e conquistar outro bom resultado – completou.
Brasil e Rio Grande se enfrentam a partir das 20h30 desta quinta-feira, no estádio Bento Freitas. O encontro, que teve inversão de mando de campo, será válido pela 2ª rodada do Campeonato Gaúcho da Segunda Divisão.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Brasil arranca com vitória
Na estreia da Segundona Gaúcha, time da Baixada vence o 14 de Julho por 2 a 1 e dá o primeiro passo rumo ao acesso no estadual
A partida de estreia do Brasil na Segundona Gaúcha, que estava marcada para as 20h, começou, na verdade, por volta das 18h15, quando o novo ônibus Xavante chegou ao estádio Bento Freitas com a delegação e levou centenas de torcedores ao delírio. Foi uma verdadeira festa armada na Baixada, que se transportou para dentro do campo ao apito inicial do árbitro.
Com a bola rolando, o time Xavante foi superior praticamente durante toda a partida. Porém, isso não quer dizer que foi fácil construir a vitória em cima do 14 de Julho. Muito pelo contrário, o Leão da Fronteira engrossou o caldo e o rubro-negro da casa teve que suar muito para conquistar os três primeiros pontos na competição estadual. Os gols do Brasil foram marcados por Felipe Oliveira e Carlos Alberto, enquanto Vando fez o dos visitantes.
Na próxima rodada, o Xavante volta a jogar em casa. Às 20h30 desta quinta-feira, o clube da Baixada recebe o Rio Grande, na partida que teve inversão de mando.
O JOGO
Com o clima fervendo na Baixada, o Brasil não tinha alternativa que não fosse entrar em campo mandando no jogo. E foi assim que logo aos quatro minutos o time rubro-negro mostrou a cara com um chute muito perigoso de Leandro Marangón. O volante arriscou de longe, acertou a bola na rede pelo lado de fora e arrancou os primeiros suspiros da ‘maior e mais fiel’, que lotou o estádio.
Pouco tempo depois foi a vez de Felipe Oliveira soltar a bomba de fora da área e obrigar o goleiro Júlio César a se esticar todo e empurrar a bola para a linha de fundo. Na cobrança de escanteio, a equipe Xavante chegou forte novamente e aumentou ainda mais a pressão pra cima do 14 de Julho, que sucumbiu na jogada seguinte.
A partida de estreia do Brasil na Segundona Gaúcha, que estava marcada para as 20h, começou, na verdade, por volta das 18h15, quando o novo ônibus Xavante chegou ao estádio Bento Freitas com a delegação e levou centenas de torcedores ao delírio. Foi uma verdadeira festa armada na Baixada, que se transportou para dentro do campo ao apito inicial do árbitro.
Com a bola rolando, o time Xavante foi superior praticamente durante toda a partida. Porém, isso não quer dizer que foi fácil construir a vitória em cima do 14 de Julho. Muito pelo contrário, o Leão da Fronteira engrossou o caldo e o rubro-negro da casa teve que suar muito para conquistar os três primeiros pontos na competição estadual. Os gols do Brasil foram marcados por Felipe Oliveira e Carlos Alberto, enquanto Vando fez o dos visitantes.
Na próxima rodada, o Xavante volta a jogar em casa. Às 20h30 desta quinta-feira, o clube da Baixada recebe o Rio Grande, na partida que teve inversão de mando.
O JOGO
Com o clima fervendo na Baixada, o Brasil não tinha alternativa que não fosse entrar em campo mandando no jogo. E foi assim que logo aos quatro minutos o time rubro-negro mostrou a cara com um chute muito perigoso de Leandro Marangón. O volante arriscou de longe, acertou a bola na rede pelo lado de fora e arrancou os primeiros suspiros da ‘maior e mais fiel’, que lotou o estádio.
Pouco tempo depois foi a vez de Felipe Oliveira soltar a bomba de fora da área e obrigar o goleiro Júlio César a se esticar todo e empurrar a bola para a linha de fundo. Na cobrança de escanteio, a equipe Xavante chegou forte novamente e aumentou ainda mais a pressão pra cima do 14 de Julho, que sucumbiu na jogada seguinte.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Fórmula de Disputa
- Durante toda a competição vai prevalecer o sistema de pontos corridos dentro de cada fase, contendo o enfrentamento de todos contra todos da mesma chave, em turno e returno. Os cinco primeiros colocados de cada um dos três grupos se classificam para a 2ª fase, que vai ter cruzamento entre as Chaves 1 e 2 e entre as Chaves 3 e 4. A partir daí serão formados cinco novos grupos, com quatro equipes cada, sendo que apenas os dois melhores colocados de cada um destes novos grupos avançam para a 3ª fase. Nesta 3ª fase, a semifinal, os dez clubes classificados serão divididos em somente duas chaves. O primeiro e o segundo na classificação de cada uma destas chaves vão passar para a 4ª e última fase, onde haverá apenas um grupo, com as quatro equipes. Os dois primeiros colocados, depois do turno e returno, conquistarão a vaga na elite do futebol gaúcho em 2012.
Tabela de Jogos
Campeonato Gaúcho da Segunda Divisão 2011
Para facilitar a logística e diminuir os custos de deslocamento dos clubes, a tradição de regionalizar os grupos foi mantida na Segundona Gaúcha deste ano. O Brasil está na CHAVE 1, ao lado de 14 de Julho, Bagé, Farroupilha, Guarany de Bagé, Rio Grande e São Paulo, de Rio Grande, todos do sul do estado. Confira como ficou a tabela de jogos na primeira fase.
BRASIL X 14 de Julho (Bento Freitas)
03/03/2011 – quinta-feira | 20h30
BRASIL X Rio Grande (Bento Freitas)
10/03/2011 – quinta-feira | 15h30
Farroupilha X BRASIL (Nicolau Fico)
13/03/2011 – domingo | 20h30
BRASIL X Bagé (Bento Freitas)
16/03/2011 – quarta-feira | 20h30
BRASIL X Guarany/BG (Bento Freitas)
23/03/2011 – quarta-feira | 20h30
São Paulo X BRASIL (Aldo Dapuzzo)
14 de Julho X BRASIL (João Martins)
30/03/2011 – quarta-feira | 20h30
Rio Grande X BRASIL (Arhur Lawson)
03/04/2011 – domingo | 15h30
BRASIL X Farroupilha (Bento Freitas)
06/04/2011 – quarta-feira | 20h30
Bagé X BRASIL (Pedra Moura)
10/04/2011 – domingo | 15h30
Guarany/BG X BRASIL (Estrela D'Alva)
17/04/2011 – domingo | 15h30
BRASIL X São Paulo (Bento Freitas)
Para facilitar a logística e diminuir os custos de deslocamento dos clubes, a tradição de regionalizar os grupos foi mantida na Segundona Gaúcha deste ano. O Brasil está na CHAVE 1, ao lado de 14 de Julho, Bagé, Farroupilha, Guarany de Bagé, Rio Grande e São Paulo, de Rio Grande, todos do sul do estado. Confira como ficou a tabela de jogos na primeira fase.
1ª FASE
PRIMEIRO TURNO
26/02/2011 - sábado | 20hBRASIL X 14 de Julho (Bento Freitas)
03/03/2011 – quinta-feira | 20h30
BRASIL X Rio Grande (Bento Freitas)
10/03/2011 – quinta-feira | 15h30
Farroupilha X BRASIL (Nicolau Fico)
13/03/2011 – domingo | 20h30
BRASIL X Bagé (Bento Freitas)
16/03/2011 – quarta-feira | 20h30
BRASIL X Guarany/BG (Bento Freitas)
23/03/2011 – quarta-feira | 20h30
São Paulo X BRASIL (Aldo Dapuzzo)
SEGUNDO TURNO
27/03/2011 - domingo | 15h3014 de Julho X BRASIL (João Martins)
30/03/2011 – quarta-feira | 20h30
Rio Grande X BRASIL (Arhur Lawson)
03/04/2011 – domingo | 15h30
BRASIL X Farroupilha (Bento Freitas)
06/04/2011 – quarta-feira | 20h30
Bagé X BRASIL (Pedra Moura)
10/04/2011 – domingo | 15h30
Guarany/BG X BRASIL (Estrela D'Alva)
17/04/2011 – domingo | 15h30
BRASIL X São Paulo (Bento Freitas)
Inversão de Mando
Devido às obras no estádio Arthur Lawson, Brasil vai receber o Rio Grande no primeiro turno e visitar a cidade Noiva do Mar no segundoAtendendo a um pedido do SC Rio Grande, que ainda não concluiu as obras da nova arquibancada no estádio Arthur Lawson, a Direção Executiva do GE Brasil aceitou inverter o mando de campo com o Vovô. Desta maneira, o jogo válido pela segunda rodada da divisão de acesso do estadual, que seria realizado em Rio Grande, agora vai ser disputado no estádio Bento Freitas. A partida está marcada para as 20h30 do dia três de março. Já o confronto da volta, no segundo turno, que aconteceria na Baixada, será realizado na cidade Noiva do Mar, às 20h30, do dia 30 do mesmo mês.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Números da pré-temporada agradam o chefe
A pré-temporada do Brasil só termina na próxima sexta-feira, quando acontece o último treinamento antes da estreia rubro-negra na Segundona Gaúcha. Mesmo assim, já é possível levantar as estatísticas dos quase dois meses de preparação Xavante. Em quatro jogos, foram quatro vitórias, 14 gols marcados e apenas três sofridos – saldo de onze..
Os números animam o técnico Hélio Vieira, mas ele enxerga muito além da matemática.
– Estou plenamente satisfeito com o que foi feito até agora. Fizemos uma ótima preparação, e já temos um desempenho bastante aceitável – avaliou. – Durante a pré-temporada nós conseguimos formar um grupo forte, de jogadores com um perfil adequado à competição e que se encaixa perfeitamente naquilo que nós queríamos em termos de comprometimento e envolvimento, e que também agradou o torcedor – completou o técnico.
A vitória no jogo-treino contra o Arealense, o triunfo em Rio Pardo e as duas goleadas no estádio Bento Freitas (Brasil 5 x 1 Riopardense e Brasil 4 x 1 Lajeadense), ainda perambulam na cabeça de Hélio Vieira e fazem com que o comandante acredite que a equipe rubro-negra está pronta para começar a luta pelo acesso ao Gauchão, mesmo que ainda existam algumas engrenagens a serem encaixadas.
– Nós estamos prontos para a estreia, claro que ao decorrer do campeonato nós vamos melhorar bastante o desempenho – planejou. – Eu acredito que, com uma sequência maior de jogos, e a partir das exigências que serão postas à prova, nós vamos fazer com que esta equipe renda ainda mais. E é exatamente isto que se espera, porque a cada rodada a competição vai se tornando mais difícil e isto faz com que também se tenha necessidade de um desempenho melhor por parte do nosso time – concluiu.
A prova final da pré-temporada, que também será o teste inicial da Segundona Gaúcha, está marcada para as 20h deste sábado, na casa de todos os rubro-negros. Vai ser diante do 14 de Julho, de Livramento, que o treinador e toda a torcida Xavante poderão comprovar se os números da preparação seguiram somando resultados positivos e, finalmente, acumulando pontos para o time da Baixada.
Os números animam o técnico Hélio Vieira, mas ele enxerga muito além da matemática.
– Estou plenamente satisfeito com o que foi feito até agora. Fizemos uma ótima preparação, e já temos um desempenho bastante aceitável – avaliou. – Durante a pré-temporada nós conseguimos formar um grupo forte, de jogadores com um perfil adequado à competição e que se encaixa perfeitamente naquilo que nós queríamos em termos de comprometimento e envolvimento, e que também agradou o torcedor – completou o técnico.
A vitória no jogo-treino contra o Arealense, o triunfo em Rio Pardo e as duas goleadas no estádio Bento Freitas (Brasil 5 x 1 Riopardense e Brasil 4 x 1 Lajeadense), ainda perambulam na cabeça de Hélio Vieira e fazem com que o comandante acredite que a equipe rubro-negra está pronta para começar a luta pelo acesso ao Gauchão, mesmo que ainda existam algumas engrenagens a serem encaixadas.
– Nós estamos prontos para a estreia, claro que ao decorrer do campeonato nós vamos melhorar bastante o desempenho – planejou. – Eu acredito que, com uma sequência maior de jogos, e a partir das exigências que serão postas à prova, nós vamos fazer com que esta equipe renda ainda mais. E é exatamente isto que se espera, porque a cada rodada a competição vai se tornando mais difícil e isto faz com que também se tenha necessidade de um desempenho melhor por parte do nosso time – concluiu.
A prova final da pré-temporada, que também será o teste inicial da Segundona Gaúcha, está marcada para as 20h deste sábado, na casa de todos os rubro-negros. Vai ser diante do 14 de Julho, de Livramento, que o treinador e toda a torcida Xavante poderão comprovar se os números da preparação seguiram somando resultados positivos e, finalmente, acumulando pontos para o time da Baixada.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Começou a 'semana 14 de Julho'
Contando os dias para a estreia na Segundona Gaúcha, elenco rubro-negro encarna o espírito da competição e foca todas as atenções no jogo de sábado
Esta segunda-feira não foi um dia qualquer no estádio Bento Freitas, pois ela marcou o início da semana mais importante do ano até agora. É no próximo sábado que o Brasil entra em campo para enfrentar a primeira batalha na guerra da Segundona Gaúcha. O jogo contra o 14 de Julho, que vai ser disputado a partir das 20h, na Baixada, e marca a estreia do Xavante na competição estadual, não sai da cabeça dos jogadores rubro-negros.
- O pensamento é de já termos começado nosso campeonato. A gente já está trabalhando há quase dois meses, fizemos três amistosos muito bons, mas agora sabemos que é valendo três pontos. É totalmente diferente, a equipe deles deve jogar mais retrancada, então precisamos trabalhar em cima disso, e ter tranquilidade no jogo para estrear com vitória – planejou o centroavante Clayton.
- O grupo está em um momento bom de trabalho, nos amistosos deu tudo certo, e esperamos que na estreia possamos fazer um grande jogo também. Vai ser um jogo difícil, como geralmente são as estreia. Então nós precisamos estar preparados. Vamos trabalhar forte essa semana, para que chegue sábado e possamos fazer um grande jogo – completou o volante Leandro Marangón.
Além de um grande jogo, também é esperado um grande público para tornar marcante a primeira partida oficial do centenário rubro-negro. A direção acredita que o torcedor está motivado com as exibições do time na pré-temporada e, também por isso, vai tomar o rumo da Baixada no fim de semana. Além disso, a adesão de novos sócios na campanha Multiplica Xavante tem sido consideravelmente boa.
Esta segunda-feira não foi um dia qualquer no estádio Bento Freitas, pois ela marcou o início da semana mais importante do ano até agora. É no próximo sábado que o Brasil entra em campo para enfrentar a primeira batalha na guerra da Segundona Gaúcha. O jogo contra o 14 de Julho, que vai ser disputado a partir das 20h, na Baixada, e marca a estreia do Xavante na competição estadual, não sai da cabeça dos jogadores rubro-negros.
- O pensamento é de já termos começado nosso campeonato. A gente já está trabalhando há quase dois meses, fizemos três amistosos muito bons, mas agora sabemos que é valendo três pontos. É totalmente diferente, a equipe deles deve jogar mais retrancada, então precisamos trabalhar em cima disso, e ter tranquilidade no jogo para estrear com vitória – planejou o centroavante Clayton.
- O grupo está em um momento bom de trabalho, nos amistosos deu tudo certo, e esperamos que na estreia possamos fazer um grande jogo também. Vai ser um jogo difícil, como geralmente são as estreia. Então nós precisamos estar preparados. Vamos trabalhar forte essa semana, para que chegue sábado e possamos fazer um grande jogo – completou o volante Leandro Marangón.
Além de um grande jogo, também é esperado um grande público para tornar marcante a primeira partida oficial do centenário rubro-negro. A direção acredita que o torcedor está motivado com as exibições do time na pré-temporada e, também por isso, vai tomar o rumo da Baixada no fim de semana. Além disso, a adesão de novos sócios na campanha Multiplica Xavante tem sido consideravelmente boa.
Milar será homenageado no carnaval do Chuí
Eterno ídolo rubro-negro é tema da Escola de Samba Unidos da Portelinha, que pretende levar brasileiros e uruguaios para exaltar o ex-jogador na avenida
Não é só a General Telles que vai levar o Xavante para sambar neste carnaval. No Chuí, a Escola de Samba Unidos da Portelinha também vai se pintar de vermelho e preto, em homenagem ao eterno Cláudio Milar. A ideia da escola com o desfile é unir brasileiros e uruguaios através da arte, assim como fez o ex-atacante castelhano, que está entre os maiores artilheiros do clube da Baixada.
Ao todo serão 240 componentes, representando os índios Xavantes, a paz no futebol e a relação entre os países vizinhos. Muitos jogadores do Nacional, Peñarol e São Vicente – todos clubes do Chuy – também confirmaram presença na Avenida Internacional. O desfile na fronteira acontece nos dias 18 e 19 de março.
No mundo do futebol
Portelinha na avenida vem mostrar
Sua estrela mais brilhante
Com seu arco imaginário
Os seus gols comemorar
Foi na Princesa do Sul
E no Brasil que ele se destacou
E os campos da vida
Sua história atrevida
Um centroavante que brilhou
Não é só a General Telles que vai levar o Xavante para sambar neste carnaval. No Chuí, a Escola de Samba Unidos da Portelinha também vai se pintar de vermelho e preto, em homenagem ao eterno Cláudio Milar. A ideia da escola com o desfile é unir brasileiros e uruguaios através da arte, assim como fez o ex-atacante castelhano, que está entre os maiores artilheiros do clube da Baixada.
Ao todo serão 240 componentes, representando os índios Xavantes, a paz no futebol e a relação entre os países vizinhos. Muitos jogadores do Nacional, Peñarol e São Vicente – todos clubes do Chuy – também confirmaram presença na Avenida Internacional. O desfile na fronteira acontece nos dias 18 e 19 de março.
SAMBA ENREDO
Cláudio Milar
Cláudio Milar
A tua história a Portelinha vem cantar
Cláudio Milar
Cláudio Milar
É na avenida a tua estrela vai brilhar
E agoraCláudio Milar
A tua história a Portelinha vem cantar
Cláudio Milar
Cláudio Milar
É na avenida a tua estrela vai brilhar
No mundo do futebol
Portelinha na avenida vem mostrar
Sua estrela mais brilhante
Com seu arco imaginário
Os seus gols comemorar
Dribla pra lá
Dribla pra cá
A Portelinha e a Xavante a gritar
Ginga pra lá
Ginda pra cá
A verde-rosa vem te homenagear
E a princesaDribla pra cá
A Portelinha e a Xavante a gritar
Ginga pra lá
Ginda pra cá
A verde-rosa vem te homenagear
Foi na Princesa do Sul
E no Brasil que ele se destacou
E os campos da vida
Sua história atrevida
Um centroavante que brilhou
Vem aí o Vermelho e Preto do Centenário
Os ingressos já estão à venda para a tradicional festa de carnaval do rubro-negro, que este ano vai ter shows do Grupo Lua Cheia e da Xavabanda
Se em dia de jogo o estádio Bento Freitas é endereço certo para a torcida rubro-negra, em época de carnaval a ‘maior e mais fiel’ tem quase que uma obrigação com o Baile do Vermelho e Preto. É assim desde 1984, e no Centenário Xavante não poderia ser diferente.
Este ano o baile acontece na Associação Rural de Pelotas, no dia 4 de março, e a Armazém Produções, que é a responsável por esta edição, prepara uma grande festa. As principais atrações são o Grupo Lua Cheia e a Xavabanda, fora toda a agitação que se acalora sempre que os rubro-negros se encontram.
INGRESSOS
Os ingressos para o Baile Centenário do Vermelho e Preto já estão à venda. Os primeiros mil bilhetes custam R$ 15,00 e dão direito a uma cerveja. E tem mais! Quem quiser aproveitar para se divertir e ainda colaborar com a ‘Cresce, Xavante!’, deve adquirir os ingressos na Secretaria da Baixada e na loja Tribo Xavante, que vão repassar 10% do valor total de bilhetes vendidos para a associação.
CAMAROTES
No primeiro lote, os ingressos para a área VIP ‘Baly Brahma’, com cerveja e vodka liberada, custam R$ 50,00, e podem ser adquiridos na Gelei (Av. Bento Gonçalves/Rua Santa Tecla), na Atrevida Moda Íntima (Rua Mal. Deodoro, 667), e no site do Noite & Cia que vende o bilhete parcelado em até dez vezes no cartão de crédito. Outras informações sobre os camarotes através do (53) 9988 7925.
Se em dia de jogo o estádio Bento Freitas é endereço certo para a torcida rubro-negra, em época de carnaval a ‘maior e mais fiel’ tem quase que uma obrigação com o Baile do Vermelho e Preto. É assim desde 1984, e no Centenário Xavante não poderia ser diferente.
Este ano o baile acontece na Associação Rural de Pelotas, no dia 4 de março, e a Armazém Produções, que é a responsável por esta edição, prepara uma grande festa. As principais atrações são o Grupo Lua Cheia e a Xavabanda, fora toda a agitação que se acalora sempre que os rubro-negros se encontram.
INGRESSOS
Os ingressos para o Baile Centenário do Vermelho e Preto já estão à venda. Os primeiros mil bilhetes custam R$ 15,00 e dão direito a uma cerveja. E tem mais! Quem quiser aproveitar para se divertir e ainda colaborar com a ‘Cresce, Xavante!’, deve adquirir os ingressos na Secretaria da Baixada e na loja Tribo Xavante, que vão repassar 10% do valor total de bilhetes vendidos para a associação.
CAMAROTES
No primeiro lote, os ingressos para a área VIP ‘Baly Brahma’, com cerveja e vodka liberada, custam R$ 50,00, e podem ser adquiridos na Gelei (Av. Bento Gonçalves/Rua Santa Tecla), na Atrevida Moda Íntima (Rua Mal. Deodoro, 667), e no site do Noite & Cia que vende o bilhete parcelado em até dez vezes no cartão de crédito. Outras informações sobre os camarotes através do (53) 9988 7925.
Novo Zagueiro Xavante
O Brasil anunciará na noite de hoje a contratação do zagueiro Cris, o Mumu. (Cristiano Alves Pereira, 29 anos, 1,85m e 79kg). Ele ajudou o Juventus de Jaraguá do Sul a conseguir o acesso à primeira divisão, embora não tenha jogado as finais. Também jogou no Metropolitano, na Chapecoense e no Joinville. A indicação foi do técnico Hélio Vieira. Cris foi campeão da Série B1 pelo próprio Juventus, em 2004. Agora, vem a se juntar ao grupo de zagueiros montado peloRubro Negro.
Cris é jogador naturalizado togolês, e chegou a representar a Seleção de Togo em 2003 e 2004, nas Eliminatórias da Copa Africana de Nações.
Assinar:
Postagens (Atom)




















