domingo, 31 de julho de 2011
Brasil contraria especulações e é absolvido no STJD
Clube Xavante não é punido pela escalação do lateral Cláudio, na estreia em Santo André, e segue com quatro pontos na tabela de classificação da Série C
Diferente do que chegou a ser divulgado por alguns veículos de comunicação, o Brasil não perdeu e nem vai perder os três pontos conquistados com a vitória sobre o Santo André, na estreia do Campeonato Brasileiro da Série C. Em julgamento realizado na tarde desta sexta-feira, no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro, o clube rubro-negro foi absolvido por ter escalado o lateral-direito Cláudio na partida do ABC Paulista.
Sendo assim, o Xavante segue com os quatro pontos na tabela de classificação da Chave D, empatado na liderança do grupo com a Chapecoense. Pela competição nacional, o time vermelho e preto volta a campo no domingo da semana que vem, dia 07/08, quando recebe o Caxias, no estádio Bento Freitas.
ENTENDA O CASO
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou normalmente.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Xavante respondeu ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Fonte: justicadesportiva.com.br
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| Cláudio alegou que não foi informado sobre o efeito da punição. Foto: Carlos Insaurriaga |
Sendo assim, o Xavante segue com os quatro pontos na tabela de classificação da Chave D, empatado na liderança do grupo com a Chapecoense. Pela competição nacional, o time vermelho e preto volta a campo no domingo da semana que vem, dia 07/08, quando recebe o Caxias, no estádio Bento Freitas.
ENTENDA O CASO
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou normalmente.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Xavante respondeu ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Fonte: justicadesportiva.com.br
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Guilherme Placca, 'uma grata surpresa'
Volante do Sub-17 rubro-negro estreia no profissional jogando diante do São Paulo/RG e encanta os companheiros de time: 'é uma joia rara', diz Galego
- Você está dentro de campo, em um jogo difícil, e, de repente, entra um garoto, com personalidade, ganhando a primeira dividida, dominando a bola com facilidade no meio de um gramado ruim, praticando um futebol de qualidade, com marcação forte, se postando dentro de campo... Realmente é gostoso de ver.
Este depoimento super empolgado foi do lateral-esquerdo Galego, falando sobre o jovem Guilherme Placca, após o amistoso do Brasil contra o São Paulo, disputado nesta quarta-feira, no estádio Aldo Dapuzzo. O experiente jogador do time rubro-negro, de 36 anos, ficou encantado com o futebol praticado pela guri que tem apenas 17, menos da metade da idade dele.
O promissor volante vindo de São Paulo, que teve uma rápida passagem pelas categorias de base do clube Xavante e está treinando há menos de dois meses com o grupo profissional, recém fez a estreia dele no ‘time de cima’ nessa partida contra o rubro-verde de Rio Grande. E mesmo entrando apenas no segundo tempo, ele já começou com o pé direito, arrancando muitos elogios da comissão técnica e dos companheiros de equipe.
- O Guilherme foi uma grata surpresa nesse amistoso. Mas surpresa até ali, porque nos treinos ele também é um garoto que vem se dedicando bastante, é humilde, ouve todos os nossos conselhos, sempre fazendo o trabalho de forma correta, e jogador assim não tem como dar errado. O Guilherme é uma joia rara, que merece atenção e um cuidado especial, porque ele tem muito futuro – reforçou o camisa seis.
Um futuro que parece já estar traçado na cabeça do jovem atleta. Depois de se destacar no primeiro amistoso profissional da carreira, Guilherme Placca quer seguir aprimorando, evoluindo, e subindo todos os degraus que o mundo da bola pode oferecer.
- Eu sou novo aqui (no Brasil). Vim de São Paulo, através de uma indicação, comecei a treinar nas categorias de base, fui bem nos jogos e em duas semanas acabei subindo para o profissional. No começo fiquei um pouco nervoso, mas depois fui me soltando, fui apreendendo, e agora espero chegar cada vez mais longe – disse o garoto, que nunca se iludiu com o glamour dos badalados atacantes, porque já sabe o que quer desde muito cedo.
- Eu sempre joguei na posição de volante, tanto de primeiro, quanto de segundo. Mas a função em que eu me encaixo melhor é a primeira do meio-campo mesmo, para sair jogando, com tranquilidade, e poder distribuir a bola para os companheiros - explicou.
- Você está dentro de campo, em um jogo difícil, e, de repente, entra um garoto, com personalidade, ganhando a primeira dividida, dominando a bola com facilidade no meio de um gramado ruim, praticando um futebol de qualidade, com marcação forte, se postando dentro de campo... Realmente é gostoso de ver.
Este depoimento super empolgado foi do lateral-esquerdo Galego, falando sobre o jovem Guilherme Placca, após o amistoso do Brasil contra o São Paulo, disputado nesta quarta-feira, no estádio Aldo Dapuzzo. O experiente jogador do time rubro-negro, de 36 anos, ficou encantado com o futebol praticado pela guri que tem apenas 17, menos da metade da idade dele.
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| Jovem atleta ficou apenas duas semanas nas categorias de base da Baixada e já subiu para o elenco profissional. Foto: Carlos Insaurriaga |
- O Guilherme foi uma grata surpresa nesse amistoso. Mas surpresa até ali, porque nos treinos ele também é um garoto que vem se dedicando bastante, é humilde, ouve todos os nossos conselhos, sempre fazendo o trabalho de forma correta, e jogador assim não tem como dar errado. O Guilherme é uma joia rara, que merece atenção e um cuidado especial, porque ele tem muito futuro – reforçou o camisa seis.
Um futuro que parece já estar traçado na cabeça do jovem atleta. Depois de se destacar no primeiro amistoso profissional da carreira, Guilherme Placca quer seguir aprimorando, evoluindo, e subindo todos os degraus que o mundo da bola pode oferecer.
- Eu sou novo aqui (no Brasil). Vim de São Paulo, através de uma indicação, comecei a treinar nas categorias de base, fui bem nos jogos e em duas semanas acabei subindo para o profissional. No começo fiquei um pouco nervoso, mas depois fui me soltando, fui apreendendo, e agora espero chegar cada vez mais longe – disse o garoto, que nunca se iludiu com o glamour dos badalados atacantes, porque já sabe o que quer desde muito cedo.
- Eu sempre joguei na posição de volante, tanto de primeiro, quanto de segundo. Mas a função em que eu me encaixo melhor é a primeira do meio-campo mesmo, para sair jogando, com tranquilidade, e poder distribuir a bola para os companheiros - explicou.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
G.E.Brasil será julgado amanhã no STJD
Amanhã a tarde o Xavante será julgado no STJD no Rio de Janeiro sobre o caso da escalação irregular do lateral-direito Cláudio na partida contra o Santo André. Para defender o clube, a direção contratou o advogado Domingos Moro, um dos melhores do país para esse tipo de defesa.
Abaixo matéria do site da Justiça Desportiva sobre o julgamento do caso Cláudio.
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No dia 17 de julho, o Brasil de Pelotas estreou na Série C do Brasileirão vencendo o Santo André fora de casa. Porém, essa partida pode render uma grande complicação ao clube. O lateral-direito Cláudio participou do jogo quando não podia, pois precisava cumprir uma suspensão ainda do ano anterior, quando atuava pelo Ituiutaba/MG. Além disso, o clube gaúcho terá que defender o atleta Leandro Ferreira, expulso nessa mesma partida.
Ambos os casos serão julgados pela Quarta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva nesta próxima sexta-feira, dia 29 de julho, em sessão a partir das 14h. O clube gaúcho pode perder os pontos do jogo, enquanto o jogador pode pegar gancho pesado, já que foi denunciado em três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
O caso
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil de Pelotas contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou na partida.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Brasil de Pelotas responderá ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Jogador expulso também vai a julgamento
No mesmo jogo, Leandro Ferreira (Léo Medeiros), também do Brasil de Pelotas, foi expulso de campo aos 11 minutos da segunda etapa, ao receber o segundo cartão amarelo. Segundo o árbitro relatou, o jogador recebeu o cartão por “ter chutado a bola para longe, após a marcação de um impedimento a favor da sua equipe”. Ainda segundo o árbitro, o atleta dirigiu-se a ele gritando: “ladrão, seu safado, seu filho da p…”, e ainda retardou a saída de campo em aproximadamente três minutos.
Leandro responderá a três artigos do CBJD: 250 (praticar ato desleal ou hostil durante a partida), podendo pegar de uma a três partidas de suspensão; 243-F (ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto), no qual a pena varia de um a seis jogos de gancho, além de multa que varia entre R$ 100 a R$ 100 mil; e por último, o 258 (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), podendo pegar um gancho de até seis partidas.
Abaixo matéria do site da Justiça Desportiva sobre o julgamento do caso Cláudio.
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No dia 17 de julho, o Brasil de Pelotas estreou na Série C do Brasileirão vencendo o Santo André fora de casa. Porém, essa partida pode render uma grande complicação ao clube. O lateral-direito Cláudio participou do jogo quando não podia, pois precisava cumprir uma suspensão ainda do ano anterior, quando atuava pelo Ituiutaba/MG. Além disso, o clube gaúcho terá que defender o atleta Leandro Ferreira, expulso nessa mesma partida.
Ambos os casos serão julgados pela Quarta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva nesta próxima sexta-feira, dia 29 de julho, em sessão a partir das 14h. O clube gaúcho pode perder os pontos do jogo, enquanto o jogador pode pegar gancho pesado, já que foi denunciado em três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
O caso
No dia 20 de novembro de 2010, Cláudio foi expulso na partida entre ABC/RN e Ituiutaba/MG, pela Série C, quando atuava pela equipe mineira. Com isso, ele foi julgado no dia 14 de dezembro, quando pegou um jogo de suspensão, que não chegou a cumprir.
Depois disso, o atleta se transferiu para outros clubes, mas nenhum desses participou de partida em competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), onde Cláudio deveria cumprir a pena. Sendo assim, o jogador estava impossibilitado de atuar na partida do Brasil de Pelotas contra o Santo André, pois precisava cumprir a sua suspensão. Porém, ele foi relacionado e atuou na partida.
Pelo fato relatado, após denúncias encaminhadas por Joinville e Santo André, o Brasil de Pelotas responderá ao artigo 214 (incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
A pena para esse tipo de caso é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”, ou seja, três pontos. Além disso, o clube pode receber uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.
Jogador expulso também vai a julgamento
No mesmo jogo, Leandro Ferreira (Léo Medeiros), também do Brasil de Pelotas, foi expulso de campo aos 11 minutos da segunda etapa, ao receber o segundo cartão amarelo. Segundo o árbitro relatou, o jogador recebeu o cartão por “ter chutado a bola para longe, após a marcação de um impedimento a favor da sua equipe”. Ainda segundo o árbitro, o atleta dirigiu-se a ele gritando: “ladrão, seu safado, seu filho da p…”, e ainda retardou a saída de campo em aproximadamente três minutos.
Leandro responderá a três artigos do CBJD: 250 (praticar ato desleal ou hostil durante a partida), podendo pegar de uma a três partidas de suspensão; 243-F (ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto), no qual a pena varia de um a seis jogos de gancho, além de multa que varia entre R$ 100 a R$ 100 mil; e por último, o 258 (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), podendo pegar um gancho de até seis partidas.
[Copa Laci Ughini] Xavante empata em Rio Grande
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Em amistoso realizado agora a noite em Rio Grande contra a equipe do São Paulo, o G.E.Brasil empatou em 2 a 2. O time de Rio Grande saiu na frente com gol de Anderson Catatau aos 10 minutos da primeira etapa. O Xavante empatou com Luiz Carlos num golaço de falta e virou com gol de cabeça do volante Léo Medeiros na segunda etapa. Mas o time da casa acabou conseguindo o empate aos 37 minutos com gol de Alex Amado.
O amistoso serviu para o treinador Beto Almeida testar nova formação e colocar alguns jogadores para jogar. A próxima partida do Xavante é contra o Guarani de Camaquã na próxima semana na Baixada. A partida marcará a estreia da equipe na Copa Laci Ughini.
FICHA TÉCNICA
São Paulo: Bruno Grassi; Rudi, Itamar e Tomas (Cristiano); Mateus (Eduardo), Rodrigo Gaúcho, Marquinhos, Mazinho e Alex (Marciel); Alex Amado e Anderson Catatau (Mano Garcia). Técnico: Tonho Gil.
G.E.Brasil: Luciano; Vinicius (Guilherme), Galego e Junior Carvalho; Claudio (Thiago Mattos), João Emir, Leo Medeiros (Fabiano), Kim (Miguel) e Rudiere (Wilson); Rafael Xavier (Gleisson) e Luiz Carlos (Jone). Técnico: Beto Almeida.
Arbitragem: Alessandro Leite, auxiliado por Marcelo Moraes e Flavio Leoneti.
Local: Estádio Aldo Dapuzzo, em Rio Grande.
G.E.Brasil 1×1 Joinville E.C.
G.E.Brasil 1×1 Joinville E.C.
Baixada com excelente público nesse domingoPois é, não tem barbada nessa série C minha gente.
Na estreia do G.E.Brasil na Baixada, o resultado foi de 1 a 1 com o Joinville-SC. Um jogo muito disputado e muito igual teve o placar justo. O Xavante saiu massacrando no primeiro tempo com dois chutes de Juninho, depois disso o Joinville equilibrou o jogo. Quem saiu na frente do placar foi o Brasil com um gol de falta do lateral-esquerdo Nill. A bola desviou na barreira e entrou de mansinho no canto do goleiro Ivan.
Na segunda etapa o Joinville passeou em campo. O Brasil só reagiu depois do gol sofrido, marcado por Ronaldo Capixaba de penalti. A pressão na equipe catarinense veio somente nos minutos finais da partida. Jonas chegou a marcar um gol que o juiz anulou. Não sei se o bandeira deu impedimento ou falta no goleiro. Vocês verão nos vídeos abaixo que falta no goleiro não foi. E o penalti também é discutível, eu achei que não foi nada.
As impressões que ficaram foram aquelas que eu escrevi durante a semana. O time havia vencido em Santo André mas não tinha jogado tão bem e que hoje seria um jogo difícil, mais por nossa parte do que pelo adversário. Nos falta entrosamento. E hoje ficou evidente isso. O treinador Beto Almeida ainda mexeu errado ao tirar Marcos Denner, na minha opinião. Ele é a referência do nosso ataque e recebeu poucas bolas durante o jogo. Na pressão, com bola dentro da área, ele seria essencial.
Mesmo com o gostinho amargo do empate, ainda estamos muito bem na tabela. No outro jogo da rodada a Chapecoense venceu o Santo André por 3 a 0 e também chegou aos quatro pontos. O Joinville e Caxias tem 1 ponto e o Santo André está zerado. Isso prova que será muito equilibrada a nossa chave. Nós folgamos na próxima rodada onde o Santo André enfrenta o Caxias e o Joinville pega a Chapecoense. Portanto temos 15 dias para treinar.
FICHA TÉCNICA
G.E.Brasil: Vanderlei; Jackson, Jonas, Asprilla e Nill; Carlos Alberto (Guilherme), Neto, Athos (Kim) e Juba; Juninho e Marcos Denner (Rafael Xavier). Técnico: Beto Almeida.
Joinville E.C.: Ivan; Linno, Pedro Paulo e Renato Santos; Eduardo, Mateus, Jaílton (João Henrique), Ricardinho (Fabiano Silva) e Badé; Ronaldo Capixaba e Eraldo (Aldair). Técnico: Arturzinho.
Cartões amarelos: Jonas e Juba (Brasil). Mateus e Capixaba (Joinville)
Gols: Nill (34 minutos do 1º Tempo) – Brasil. Capixaba (13 minutos do 2º Tempo) – Joinville.
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas.
Horário: 16h
Arbitragem: Fabio Filipus, auxiliados por LucianoRoggenbaun e Maurício C. Silva Penna.
FOTOS
Carlos Insaurriaga
Baixada com excelente público nesse domingoPois é, não tem barbada nessa série C minha gente.
Na estreia do G.E.Brasil na Baixada, o resultado foi de 1 a 1 com o Joinville-SC. Um jogo muito disputado e muito igual teve o placar justo. O Xavante saiu massacrando no primeiro tempo com dois chutes de Juninho, depois disso o Joinville equilibrou o jogo. Quem saiu na frente do placar foi o Brasil com um gol de falta do lateral-esquerdo Nill. A bola desviou na barreira e entrou de mansinho no canto do goleiro Ivan.
Na segunda etapa o Joinville passeou em campo. O Brasil só reagiu depois do gol sofrido, marcado por Ronaldo Capixaba de penalti. A pressão na equipe catarinense veio somente nos minutos finais da partida. Jonas chegou a marcar um gol que o juiz anulou. Não sei se o bandeira deu impedimento ou falta no goleiro. Vocês verão nos vídeos abaixo que falta no goleiro não foi. E o penalti também é discutível, eu achei que não foi nada.
As impressões que ficaram foram aquelas que eu escrevi durante a semana. O time havia vencido em Santo André mas não tinha jogado tão bem e que hoje seria um jogo difícil, mais por nossa parte do que pelo adversário. Nos falta entrosamento. E hoje ficou evidente isso. O treinador Beto Almeida ainda mexeu errado ao tirar Marcos Denner, na minha opinião. Ele é a referência do nosso ataque e recebeu poucas bolas durante o jogo. Na pressão, com bola dentro da área, ele seria essencial.
Mesmo com o gostinho amargo do empate, ainda estamos muito bem na tabela. No outro jogo da rodada a Chapecoense venceu o Santo André por 3 a 0 e também chegou aos quatro pontos. O Joinville e Caxias tem 1 ponto e o Santo André está zerado. Isso prova que será muito equilibrada a nossa chave. Nós folgamos na próxima rodada onde o Santo André enfrenta o Caxias e o Joinville pega a Chapecoense. Portanto temos 15 dias para treinar.
FICHA TÉCNICA
G.E.Brasil: Vanderlei; Jackson, Jonas, Asprilla e Nill; Carlos Alberto (Guilherme), Neto, Athos (Kim) e Juba; Juninho e Marcos Denner (Rafael Xavier). Técnico: Beto Almeida.
Joinville E.C.: Ivan; Linno, Pedro Paulo e Renato Santos; Eduardo, Mateus, Jaílton (João Henrique), Ricardinho (Fabiano Silva) e Badé; Ronaldo Capixaba e Eraldo (Aldair). Técnico: Arturzinho.
Cartões amarelos: Jonas e Juba (Brasil). Mateus e Capixaba (Joinville)
Gols: Nill (34 minutos do 1º Tempo) – Brasil. Capixaba (13 minutos do 2º Tempo) – Joinville.
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas.
Horário: 16h
Arbitragem: Fabio Filipus, auxiliados por LucianoRoggenbaun e Maurício C. Silva Penna.
FOTOS
Carlos Insaurriaga
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Santo André 2×3 G.E.Brasil
A síndrome dos minutos finais foi pro beleléu e agora ta a nossa favor, ufa!
É meu povo, o Xavante estreou com o pé direito no Campeonato Brasileiro da Série C 2011. Eu, Marcelo Barboza, tive o grande prazer de estar nas arquibancadas do estádio Bruno José Daniel e acompanhar essa grande vitória.
De Florianópolis partiu um ônibus com 42 lugares destinados aos malucos torcedores Xavantes que iriam rodar mais de 10 horas de estrada para ver a estreia de um time que vinha de maus resultados na segundona gaúcha. Time esse que vem batendo na trave nos campeonatos nacionais há alguns anos. Dos 42 lugares do ônibus, 35 foram preenchidos com torcedores Xavante de Florianópolis, Barra Velha, Joinville e Curitiba. A caravana seguiu estradaa a fora rumo à Santo André. E eu tive o grande prazer de ser um desses 35. É uma turma antiga já. Já fomos à Criciúma, Marília, Toledo e Belo Horizonte acompanhar o Xavante nesses últimos anos. Dessa vez novas amizades foram feitas e com certeza, em breve, estaremos rodando atrás do G.E.Brasil mais uma vez.
Como eu sempre digo, jogos do G.E.Brasil são muito mais do que simples partidas de futebol, é um ritual. Para mim, desde a saída de Joinville, o jogo já havia começado. Dormir? Pra que? Uma ou duas cochiladas no caminho foram o suficiente. Vale destacar a ótima recepção que tivemos em Santo André por parte da polícia militar e da torcida do Santo André. Com o calor imenso e a quantidade de cerveja que tinhamos no isopor, entramos no estádio faltando dez minutos pro início do jogo. Eram torcedores da nossa excursão de Santa Catarina, pessoal do Rio de Janeiro e de São Paulo, todos reunidos relembrando e contando histórias de excursões e jogos do G.E.Brasil.
O jogo começou e a emoção veio cedo. Jackson cruzou uma bola da esquerda e o zagueiro do Santo André fez contra. Começava ali a festa da Xavantada em Santo André. Mesmo estando à frente do placar, o Brasil jogava bem e atacava. Até que veio o gol de empate do Santo André ainda no primeiro tempo. Veio o intervalo e o empate era um bom resultado. Mas no início do segundo tempo, Juninho marcou o segundo gol Xavante depois de jogada de Juba pela esquerda. Juninho comemorou o gol de forma emocionante em frente a torcida. Batia no escudo rubronegro e gritava, visivelmente emocionado. A torcida foi a loucura, gritava seu nome: “Juninho, Juninho, Juninho!” e passou a acreditar na vitória. Porém o Santo André foi todo para cima, Juninho e Marcos Denner ficavam no mano a mano com a defesa deles e parecia que em um contra-ataque mataríamos o jogo. E ai veio o lance da expulsão do Léo Medeiros. Totalmente desnecessária por ambas partes. Léo Medeiros não precisava ter chutado a bola daquela maneira e o juiz não precisava ter expulsado pois o lance era do Brasil e o chute foi quase junto ao apito. Ou seja, ali começava um drama que eu achava que se repetiria. O drama de perder nos finais das partidas. O Santo André empatou a partida numa falha da defesa Xavante em que a defesa tomou mais uma bola nas costas. Nisso o jogo se encaminhaca pro final. E eu apavorado. Louco de faceiro com o empate, querendo que o jogo acabasse logo. Enquanto eu conversava com meu grande amigo Nando, Marcos Denner guardava o que seria o gol da vitória do G.E.Brasil. Confesso que nem consegui comemorar. Me dei um calafrio, uma tremedeira nas pernas, eu não sabia se eu comemorava ou procurava uma ambulância. Mas ao olhar pro lado e ver a festa que a nossa torcida fazia, chutei o balde, se morresse, morreria feliz. Fui comemorar com o restante da torcida aos berros. O que vinha nos fazendo mal, dessa vez nos deu uma emoção indescritível: os últimos minutos. Poucas vezes voltamos de uma excursão tão tranquilos e felizes.
Foi tudo uma maravilha nesse belo domingo de sol em Santo André? Não. O time tem muita coisa a melhorar, claro. Beto Almeida sabe disso e vai ter que trabalhar muito. Novos jogadores ainda estão chegando e poderão ajudar o treinador. Nossa defesa errou demais em posicionamento.
Agora é trabalhar forte durante a semana para o jogo contra o Joinville no próximo domingo. Vai ser um jogo duríssimo. Ainda mais por ser a estreia frente à nossa torcida. Mas depois do que asssiti em Santo André, tenho muita confiança nesse time. Temos futebol para jogar de igual com todos.
Eu tive alguns problemas técnicos com minha câmeras e não consegui filmar e fotografar praticamente nada. Portanto os tradicionais vídeos das viagens que fazemos seguindo o G.E.Brasil, ficaremos devendo dessa vez. Porém outros amigos Xavantes fizeram esse trabalho e abaixo mostraremos o que temos. Dando destaque pra matéria feita pela ESPN Brasil junto à nossa torcida.
FICHA TÉCNICA
Santo André: André Luiz; Alemão, Daniel Gigante, Sandoval e Andrezinho; Juninho Capa, Mika (Ramazotti), Vanderlei e Chiquinho (Djalma); Jéferson (Pedro) e Cristiano Brasília. Técnico: Sandro Gaúcho
G.E.Brasil: Vanderlei; Cláudio (Nill), Jonas, Asprilla e Jackson; Carlos Alberto, Léo Medeiros, Athos e Juba (Kim); Juninho (Neto) e Marcos Denner. Técnico: Beto Almeida
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André (SP)
Árbitro: André Luis Paes Ramos (RJ)
Assistentes: Luiz F. Scolfield Guerra Costa-RJ e Alberto Poletto Masseira (SP)
Cartões amarelos: Jéferson, Ramazotti, Andrezinho e Cristiano Brasília (Santo André); Léo Medeiros, Athos e Vanderlei (Brasil)
Cartões vermelhos: Léo Medeiros (Brasil); Juninho (Santo André).
Gols: Sandoval, contra, aos 3’/1T , Juninho, aos 8’/2T e Marcos Denner, aos 46′/2T (Brasil). Vanderlei, aos 19’/1T e aos 24’/2T (Santo André).
É meu povo, o Xavante estreou com o pé direito no Campeonato Brasileiro da Série C 2011. Eu, Marcelo Barboza, tive o grande prazer de estar nas arquibancadas do estádio Bruno José Daniel e acompanhar essa grande vitória.
De Florianópolis partiu um ônibus com 42 lugares destinados aos malucos torcedores Xavantes que iriam rodar mais de 10 horas de estrada para ver a estreia de um time que vinha de maus resultados na segundona gaúcha. Time esse que vem batendo na trave nos campeonatos nacionais há alguns anos. Dos 42 lugares do ônibus, 35 foram preenchidos com torcedores Xavante de Florianópolis, Barra Velha, Joinville e Curitiba. A caravana seguiu estradaa a fora rumo à Santo André. E eu tive o grande prazer de ser um desses 35. É uma turma antiga já. Já fomos à Criciúma, Marília, Toledo e Belo Horizonte acompanhar o Xavante nesses últimos anos. Dessa vez novas amizades foram feitas e com certeza, em breve, estaremos rodando atrás do G.E.Brasil mais uma vez.
Como eu sempre digo, jogos do G.E.Brasil são muito mais do que simples partidas de futebol, é um ritual. Para mim, desde a saída de Joinville, o jogo já havia começado. Dormir? Pra que? Uma ou duas cochiladas no caminho foram o suficiente. Vale destacar a ótima recepção que tivemos em Santo André por parte da polícia militar e da torcida do Santo André. Com o calor imenso e a quantidade de cerveja que tinhamos no isopor, entramos no estádio faltando dez minutos pro início do jogo. Eram torcedores da nossa excursão de Santa Catarina, pessoal do Rio de Janeiro e de São Paulo, todos reunidos relembrando e contando histórias de excursões e jogos do G.E.Brasil.
O jogo começou e a emoção veio cedo. Jackson cruzou uma bola da esquerda e o zagueiro do Santo André fez contra. Começava ali a festa da Xavantada em Santo André. Mesmo estando à frente do placar, o Brasil jogava bem e atacava. Até que veio o gol de empate do Santo André ainda no primeiro tempo. Veio o intervalo e o empate era um bom resultado. Mas no início do segundo tempo, Juninho marcou o segundo gol Xavante depois de jogada de Juba pela esquerda. Juninho comemorou o gol de forma emocionante em frente a torcida. Batia no escudo rubronegro e gritava, visivelmente emocionado. A torcida foi a loucura, gritava seu nome: “Juninho, Juninho, Juninho!” e passou a acreditar na vitória. Porém o Santo André foi todo para cima, Juninho e Marcos Denner ficavam no mano a mano com a defesa deles e parecia que em um contra-ataque mataríamos o jogo. E ai veio o lance da expulsão do Léo Medeiros. Totalmente desnecessária por ambas partes. Léo Medeiros não precisava ter chutado a bola daquela maneira e o juiz não precisava ter expulsado pois o lance era do Brasil e o chute foi quase junto ao apito. Ou seja, ali começava um drama que eu achava que se repetiria. O drama de perder nos finais das partidas. O Santo André empatou a partida numa falha da defesa Xavante em que a defesa tomou mais uma bola nas costas. Nisso o jogo se encaminhaca pro final. E eu apavorado. Louco de faceiro com o empate, querendo que o jogo acabasse logo. Enquanto eu conversava com meu grande amigo Nando, Marcos Denner guardava o que seria o gol da vitória do G.E.Brasil. Confesso que nem consegui comemorar. Me dei um calafrio, uma tremedeira nas pernas, eu não sabia se eu comemorava ou procurava uma ambulância. Mas ao olhar pro lado e ver a festa que a nossa torcida fazia, chutei o balde, se morresse, morreria feliz. Fui comemorar com o restante da torcida aos berros. O que vinha nos fazendo mal, dessa vez nos deu uma emoção indescritível: os últimos minutos. Poucas vezes voltamos de uma excursão tão tranquilos e felizes.
Foi tudo uma maravilha nesse belo domingo de sol em Santo André? Não. O time tem muita coisa a melhorar, claro. Beto Almeida sabe disso e vai ter que trabalhar muito. Novos jogadores ainda estão chegando e poderão ajudar o treinador. Nossa defesa errou demais em posicionamento.
Agora é trabalhar forte durante a semana para o jogo contra o Joinville no próximo domingo. Vai ser um jogo duríssimo. Ainda mais por ser a estreia frente à nossa torcida. Mas depois do que asssiti em Santo André, tenho muita confiança nesse time. Temos futebol para jogar de igual com todos.
Eu tive alguns problemas técnicos com minha câmeras e não consegui filmar e fotografar praticamente nada. Portanto os tradicionais vídeos das viagens que fazemos seguindo o G.E.Brasil, ficaremos devendo dessa vez. Porém outros amigos Xavantes fizeram esse trabalho e abaixo mostraremos o que temos. Dando destaque pra matéria feita pela ESPN Brasil junto à nossa torcida.
FICHA TÉCNICA
Santo André: André Luiz; Alemão, Daniel Gigante, Sandoval e Andrezinho; Juninho Capa, Mika (Ramazotti), Vanderlei e Chiquinho (Djalma); Jéferson (Pedro) e Cristiano Brasília. Técnico: Sandro Gaúcho
G.E.Brasil: Vanderlei; Cláudio (Nill), Jonas, Asprilla e Jackson; Carlos Alberto, Léo Medeiros, Athos e Juba (Kim); Juninho (Neto) e Marcos Denner. Técnico: Beto Almeida
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André (SP)
Árbitro: André Luis Paes Ramos (RJ)
Assistentes: Luiz F. Scolfield Guerra Costa-RJ e Alberto Poletto Masseira (SP)
Cartões amarelos: Jéferson, Ramazotti, Andrezinho e Cristiano Brasília (Santo André); Léo Medeiros, Athos e Vanderlei (Brasil)
Cartões vermelhos: Léo Medeiros (Brasil); Juninho (Santo André).
Gols: Sandoval, contra, aos 3’/1T , Juninho, aos 8’/2T e Marcos Denner, aos 46′/2T (Brasil). Vanderlei, aos 19’/1T e aos 24’/2T (Santo André).
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